quarta-feira, 11 de abril de 2018

Não se apegue demais


Para ser feliz, às vezes é preciso exercitar o desapego e desistir de muitas coisas. Por isso, sempre que sentir necessidade, desapegue e desista!

Desapegue daquilo que ão deu certo no passado. Desapegue dos arrependimentos. Desapegue dos problemas, desapegue dos sofrimentos, da mágoa e do rancor. O que passou, passou e por mais que você pense, não vai poder mudar nada.

Desista de se culpar. Desista de querer ter sempre razão. Desista de querer impressionar os outros. Desista da perfeição. Desista de achar que pode controlar tudo. Desista de achar que tudo tem uma razão. Há coisas que acontecem simplesmente porque precisam acontecer, por pura contingência.

Desistir de caminhos que não vão levar a lugar nenhum, é se apegar ao que realmente importa. Se apegue ao amor. Se apegue ao que você acredita ser a felicidade. Se apegue ao otimismo. Se apegue às soluções. 

domingo, 1 de abril de 2018

Monstro Adormecido




É comum ouvirmos comentários em geral dizendo: “se eu voltar numa outra vida quero ser de outro sexo”, “na próxima encarnação não quero casar, ou não quero ter filhos”. Outros dizem que é melhor ser cachorro de rico, do que filho de pobre. Em fim, são tantas as assertivas, e por incrível que pareça muitas das pessoas que falam em vida futura, não acreditam no retorno do espírito à carne.


Também é comum comentarem o que teriam sido em vida passada, quando fazem uma relação dos momentos que vivem atualmente, mas a maioria não acredita já ter vivido anteriormente.
Como pertencemos a variante das pessoas que não duvidamos de que já vivemos várias vidas e vamos viver tantas outras ainda, portanto acreditamos na reencarnação, já que o corpo se decompõe, mas o espírito sobrevive, e temos provas disso por ocasião das atividades mediúnicas, onde recebemos vários depoimentos e mensagens dos que se foram, tratamos com seriedade essa questão e procuramos viver consciente da Lei de Retorno.
Como pela Misericórdia Divina esquecemo-nos das vidas passadas, pois assim é possível voltarmos a conviver com desafetos do pretérito e solucionar as contendas, devemos ter cuidado para não deixar eclodir costumes, manias, hábitos que tivemos em outras existências, principalmente vícios dos mais diversos.
O apóstolo Paulo nos disse que “tudo nos é lícito, mas nem tudo nos convém”, e é exatamente o que devemos observar quando nos é oferecido algo pernicioso a nossa saúde e que poderá aflorar algo que se encontra adormecido em nós.
Quantas pessoas que a certa altura da vida resolve provar alguma bebida, droga, energéticos, estimulantes, aromatizantes e a partir dai não mais conseguem abster-se? Certamente estas pessoas acabam acordando um mostro que estava adormecido e que muitas vezes foi difícil de ser tratado no passado, e agora ao ser provocado, reaparece com força total.
Convenhamos! Certas atitudes não devemos levar em consideração ao nos serem apresentada nesta vida! Infelizmente já vi pais que ao ingerirem cerveja, molham a boca do filho que traz ao colo, querendo demonstrar que o inocente é “macho”. Uma irresponsabilidade cuja atitude poderá ter sérias consequências, principalmente pelo adulto não conhecer algumas questões da vida e não dar uma interpretação correta das Leis Divina.
Trazemos gravado o histórico do que fomos na vida anterior e poderemos ter a tendência de voltarmos a incorrer nos mesmos erros se não estivermos vigilantes. Façamos o que o Mestre Jesus nos disse: “vigiai e orai”, e evitemos consequências tristes.


Coluna do Nilton

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Perdão liberta

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Na vida temos sentimentos fáceis de resolver e outros difíceis. Um dos sentimentos difícil de ser resolvido é o perdão, o qual é um dos entraves maiores para nossa evolução na direção ao Pai. Acha-se enraizado em nós e nos acompanha desde a mais tenra idade, pois já em criança quando somos contrariados não perdoamos e chegamos até ficar com raiva de algumas pessoas por nos terem feito algo que não admitíamos.

Já adultos compreendemos o sentido do perdão, mas relutamos e normalmente quando o praticamos basta relembrar o fato acontecido que para lá vai nossa mente conviver mais uma vez com aquela energia pesada que originou nossa angústia.
Existem fatos graves e outros menos graves que nos acometem, mas para nós sempre achamos ter sido o de maior intensidade que nos praticaram, e nossa revolta eclode animalesca, causando um mal estar grande em a nosso organismo.
Jesus sabendo da dificuldade que teríamos de perdoar nos respondeu que deveríamos “perdoar setenta vezes sete”, pois Ele sabia que mesmo após perdoarmos, não nos esqueceríamos do que nos fizeram e voltaria à nossa mente o rancor.
O perdão é um sentimento que deve ser trabalhado por nós a todo o momento, além do que quando nos dirigimos a Deus na prece, sempre colocamos como condição dEle nos perdoar, o compromisso de perdoar a quem nos tenha ofendido.
Para nós espíritos encarnados que somos, é maior o atraso o não perdoar do que cometermos uma grave atitude a alguém, pois quando praticamos algo ruim temos de expiar o fato em futura existência, ou até mesmo nesta, mesmo que sejamos perdoados por quem ofendemos. O que escapamos de realizar é a reparação se formos perdoados, mas da expiação, certamente não escapamos.

Portanto devemos exercitar esse sentimento tão necessário para nosso crescimento espiritual, buscando nos ensinamentos do Mestre as maneiras de desenvolvermos amor no coração. É difícil sabemos, pois acoplado ao perdão está o orgulho e a vaidade, entraves em nossa vida, e muitas vezes até já perdoamos quem nos ofendeu, mas não o dizemos por orgulho, achando que ficaremos diminuídos perante outrem. Mas que importa os outros neste caso? Exteriorizemos o perdão e certamente seremos mais felizes!

Coluna do Nilton

sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Reflexões



As vezes ficava meio revoltada por ter tantas pessoas dependendo de mim. Por não ter tempo suficiente para tudo que gosto de fazer e até mesmo para ficar sem fazer nada. São tantas as tarefas, que se acordasse e começasse logo a trabalhar iria até a hora de dormir sem tempo para descansar. Confesso que isso me incomodava muito. Claro que amo a todos com quem convivo, mas achava um pouco demais ter tantos a depender de mim.
Comecei a ler o livro de Wanderley Soares de Oliveira pelo Espírito de José Mario que se intitula: Quem sabe pode muito. Quem ama pode mais. Que maravilhosas lições dadas pelo Espírito de Dona Maria Modesta Cravo. Quanta coisa sabemos mas não compreendemos!. Esta obra mostra que conhecer nem sempre é suficiente para garantir o amor nas relações. Nela aprendi, ou compreendi, que sempre passamos nessa vida por coisas ou pessoas que de alguma forma, nos servem de instrumento de aprendizado. Por vezes um desafeto tem algo importante para lhe transmitir. Se no passado, seja nessa ou em outra vida, carecemos de paciência, certamente nessa vida essa virtude nos será dada e através de pessoas que necessitarão de nosso auxilio, aprenderemos a desenvolve-la. Se destruímos vidas através do aborto ou outros atos criminosos, provavelmente iremos passar pela dificuldade de engravidar ou dificuldade de convivência com aqueles que amamos e assim, aprenderemos a reconhecer a importância e o valor da vida humana. Aquele que por exemplo, obteve cargo público em vidas passadas e dele se locupletou ou, deixou de cumprir com zêlo suas obrigações , nesta vida provavelmente será alguém que dependerá de ações públicas, da caridade de outros e não as terá. Dessa forma aprenderá na dor, na falta e no sofrimento as consequências ao próximo dos erros cometidos.
A reação de cada um a esse fardo é individual, uns entenderão, aprenderão e certamente se livrarão do sofrimento. Por isso é que quando a vida está nos batendo repetidamente naquilo que almejamos alcançar, devemos parar e refletir, às vezes ela esta tentando nos mostrar algo que precisamos aprender para que não haja necessidade de continuar apanhando. Outras pessoas irão se revoltar e entrarão em depressão, não irão reagir, irão se sentir perseguidos, infelizes, menos privilegiados. Terão raiva, ódio, pena de si mesmos, inveja e outros sentimentos pequenos que não as fará crescer. Esses certamente perderão o aprendizado e a oportunidade de evolução.
Depois de pensar sobre tudo que li, percebo que cada pessoa com quem convivo é alguém com quem posso trocar experiências, sempre temos algo a ensinar ou a aprender. Talvez precise ter mais paciência, cuidar mais das pessoas, me dedicar à família ou, quem sabe, essas mesmas pessoas não consigam entender que procuro oferecer o máximo que posso. São tantas a possibilidades. Claro que eu não tenho nenhum problema sério a resolver, mas sempre temos lições a absorver que serão importantes para o nosso crescimento individual.

Por isso reflita, quando nada está dando certo, pare, observe, mude. Isso pode fazer a diferença.

Ana Maria Corrêa

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Desafetos

                                                                         Blog da Sue



O passado não justifica sentimentos e atos mas, explica. Não se pode ignora-lo pois ele é necessário para que possamos compreender as relações de convivência entre os homens. Esses sentimentos podem ir do amor ao ódio, passando pela antipatia, medo, repulsa e etc. quando eles não são explicados, ou seja, não se justificam e são desproporcionais aos acontecimentos do cotidiano. Podemos encontrar respostas na reencarnação. Devemos lutar contra esses sentimentos menores que no dia a dia vão nos afligindo e, em alguns casos, povoam tanto a mente que tudo mais perde a importância. Até parece que o mundo conspira contra nós ou que é pequeno demais. Por mais que fujamos acabamos nos esbarrando ou tendo que conviver com esses a quem queremos distância. Mas, façamos uma reflexão: Quando tomarmos consciência dessa possibilidade, devemos refletir que tudo tem uma razão de ser e que essa proximidade com possíveis desafetos, nos foi dada para superarmos essas desavenças. Essa convivência nos servem de provas, como se fosse um exercício para verificar se aprendemos a lição, se conseguimos superar traumas passados. Sei que não é fácil essa coexistência, principalmente por se tratar de dois ou mais lados. Ter consciência dessa dificuldade é importante, pois pode impedir que a usemos para humilhar, perseguir, ofender e com isso perder a oportunidade de reparação e assim, terminar agindo como um obsessor, desejando apenas vingança. Temos que lembrar que estamos encarnado para melhorar o que fomos no pretérito. Os laços do passado são apenas oficina de lapidação.

Ana Maria Corrêa
Fonte: Quem sabe pode Muito. Quem ama pode mais. 

domingo, 7 de janeiro de 2018

Entusiasmo

O entusiasmo, porém, assusta o egoísmo humano. Uma pessoa entusiasmada desperta a inveja, chama a atenção. Os entusiasmados realizam, avançam. Isso intimida muita gente que adoraria que tudo ficasse com o está. Muitos adorariam nada mais ter que fazer na Obra do Cristo e ter o céu a sua espera.
A obra apenas inicia. Temos centenas de anos de trabalho para que a regeneração da Terra seja uma realidade. Só mesmo o egoísmo que nos é típico poderia nós iludir com promessas de Ventura após morte, ante os passos que estamos ensaiando no Bem. Somos apenas operários que conseguimos um serviço, sendo que nem assinada foi a nossa “ carteira de trabalho”.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

A Morte não é nada


A morte não é nada.
Eu somente passei para o outro lado do caminho.
Eu sou eu, vocês são vocês, eu continuarei sendo.
Me deem o nome que vocês sempre me deram, 
falem comigo como vocês sempre fizeram.
Vocês continuam vivendo no mundo das criaturas,
Eu estou vivendo no mundo do Criador.
Não utilizem um tom solene ou triste,
Continuem a rir daquilo que nos fazia rir juntos.
Rezem, sorriam, pensem em mim
Rezem por mim.
Que meu nome seja pronunciado como sempre foi,


Sem ênfase de nenhum tipo.
Sem nenhum traço de sombra ou tristeza.
A vida significa tudo o que ela sempre significou,
O fio não foi cortado.
Por que eu estaria fora de seus pensamentos,
agora que estou apenas fora de sua vidas.
Eu não estou longe, apenas estou do outro lado do caminho...
Você que aí ficou, siga em frente,
A vida continua, linda e bela como sempre foi.

Santo Agostinho.  

sábado, 23 de dezembro de 2017

Discrepancias

Vemos pessoas boas, de coração caridoso, como se diz aquelas que só fazem o bem, não falam mal de ninguém e procuram ajudar a quem precisa com palavras de carinho, e muitas vezes até dando amparo material. Este tipo de pessoa existe por toda parte do mundo e muitas vezes nem são notadas, pois elas também têm uma particularidade enaltecedora que é a de não fazerem questão de se mostrarem, exteriorizando apenas a humildade que lhes é própria.
Por outro lado temos as pessoas que são as verdadeiras “cheguei”. Gostam de serem notadas, exteriorizam o orgulho do que fazem de bem a outrem, e geralmente praticam a caridade com intenção de obter um retorno que pode ser até material, mas muitas vezes esperam sim serem reconhecidas pelo Criador. Também estão por todos os cantos do Globo.
O interessante é que notamos muitos seres de boa vontade, que se preocupam com o próximo como Jesus aconselhou, mas que sofrem durante períodos da vida e não raras vezes padecem de injustiças, e carecem de recursos materiais, enquanto que as de má índole que passam a maior parte da vida praticando o mal e nem se preocupando com as tristezas a sua volta, tem uma vida boa, com recursos financeiros suficientes, o que nos leva a refletir o motivo de tais discrepâncias.
Se efetivamente tivéssemos uma vida apenas não haveria motivos para que fossemos benevolentes e caridosos, pois como alguns pensam, bastaria chegar ao fim desta vida e pedir perdão e tudo estaria resolvido, ou seja, todas as maldades feitas, com o arrependimento estariam tudo solucionado.
Mas grande parcela da população Terrena sabe que não funciona assim. Todo o mal praticado gera com esta ação uma reação, e certamente o arrependimento e a demonstração sincera de pedido de perdão ao Pai é levada em consideração, mas deveremos ter de reparar o mal causado, pois do contrário não haveria evolução de nossa parte, e não estaríamos exercendo a prática de extirpar de nós o orgulho.
Certamente as pessoas que são humildes e já desenvolvem a caridade sincera, e mesmo que vivendo na pobreza não se rebelam com Deus, já atingiram uma escala evolutiva maior que aquelas que ainda se comprazem no mal, mesmo vivendo na abastança.

Fixemos no exemplo do Mestre nossos objetivos, para assim sermos melhores.

Coluna do Nilton


quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Vida além da Vida - Temos tempo!




Numa das leituras da madruga, nos deparamos entre tantos conteúdos com o que explicava que Jesus nunca forçou alguém a segui-lo e nem impunha por qualquer meio constrangedor de que as pessoas da época aceitasse a mensagem que Ele trazia ao mundo. Também nunca deixou de acreditar em Pedro, mesmo que ele lhe negasse às vezes mencionadas, pelo contrário, até deu-lhe tarefa de grande responsabilidade nos dias que se seguiram.
Por outro lado, apensar de ser traído por Judas, não lhe guardou rancor algum.
Infelizmente a maioria de nós não exercita tais condutas, embora passado quase 2000 anos do exemplo não conseguimos ainda mostrar indícios da capacidade de amar ao próximo como a nós mesmos, pois vemos pelo andar do mundo em geral que não alcançamos este intento. Estão todos os dias pessoas praticando o mal, drogando-se, e, portanto envolvendo-se numa energia tão pesada acabando fazer eclodir doenças que vão tirar-lhes o sossego de terem uma vida menos atribulada.
Temos o livre arbítrio que faz parte da Misericórdia Divina para decidir os caminhos a tomar, mas preferimos enveredar por labirintos tortuosos de desamor, que certamente nos gerará grandes angustias. Esquecemo-nos de questionar os motivos pelos quais estamos aqui neste pequeníssimo Planeta, e quando percebemos, o tempo na Terra termina para nós e retornamos ao Plano Espiritual sem ter realizado os principais objetivos pelos quais viemos aqui, e apesar de vermos exemplos tristes que acontecem na maioria das famílias a nossa volta, ou mesmo na nossa, continuamos a cometer erros. Se nos traem ou nos ofendem, queremos logo revidar, demonstrando o orgulho, este que é o pior dos defeitos.
Muitos querem a perfeição de outrem, mas faz pouco para se melhorar. Não são capazes de dar bons exemplos, e apesar do tempo que passou que Jesus esteve aqui e deixou a mensagem compilada no Evangelho, as pessoas de um modo geral pouco mudaram em relação àquela época, e certamente não entenderam ou não lhes convém à mensagem do Cristo. Temos visto que é muito difícil à caminhada no sentido do melhoramento, requer um exercício diário com muita disciplina e perseverança, mas acabamos fraquejando, mesmo que tenhamos boas intenções e estarmos num Planeta onde ainda predomina o mal.
Mas é neste clima adverso que temos de domar nossas ruins tendências para enxergarmos à Luz Maior. Jesus continua com o mesmo propósito, não nos constrange e deixa-nos a vontade no sentido de segui-lo ou não. O bom disso tudo é que temos tempo noutras vidas futura para recuperarmos a caminhada perdida, já que uma única vida como pensam alguns ter, é impossível exteriorizar uma resignação necessária.
Temos tempo.

Muita paz amigos. 
Nilton Moreira

domingo, 26 de novembro de 2017

PUXÃO DE ORELHA ou..




De um momento para outro acontece algo na vida da gente que nos deixa perplexo.
São muitos os acontecimentos e lembrei alguns como as doenças umas graves e outras não; a
perda de ente querido; uma ofensa de pessoa que amamos; um acidente ou um assalto que
está comum nos dias atuais, e nestas ocasiões é que realmente descobrimos que somos muito
frágeis, e nos vem à mente que somos impotentes perante muitas coisas.

Passamos então a vislumbrar que fatos semelhantes estavam acontecendo a nossa
volta a cada minuto, mas como não nos dizia respeito não nos envolvíamos, mas quando se
trata de nós, aí queremos a atenção de todos e caímos na realidade que as tristezas são para
todos.

Lembramo-nos de Deus que às vezes estava um pouco esquecido pela correria do
dia a dia, e até aquela prece que deveríamos fazer constantemente de agradecimento e não
vínhamos exteriorizando, proferimos. Pensamos então que deveria ser um castigo, pois não
andávamos ultimamente no caminho correto. Tudo passa por nossa mente quando a
dificuldade chega.

Realmente concluímos que levamos um “puxão de orelha”, não claro pela perda de
um ente querido, pois a volta à pátria espiritual é o acontecimento mais certo deste que
nascemos e é para todos, mas nas demais angústias certamente é a Providência Divina nos
chamando atenção para algo muito grandioso. Certamente se o ruim nos acontece, não é sem
motivo, pois acasos não tem espaço na Lei do Pai.

Como somos devedores de tristezas que causamos em vidas passadas a outrem,
temos de enfrentar algumas provas nesta atual, e sempre o que nos acontecer de ruim está
graduado no mal maior que devemos passar no momento. Se a doença embora grave não
causou o desencarne ou se o assalto ficou apenas na subtração dos bens materiais ou no
susto, é em razão do nosso merecimento.

Os Espíritos disseram ao Mestre Kardec que eles não mexem na trajetória da “bala”,
nem empurram a mão do atirador, mas o fazem quando do merecimento, tirar da linha do tiro a
vítima. Portanto não estamos abandonados aqui como muitos pensam.

Devemos sim nos envolver mais com os outros que passam por momentos difíceis,
deixando o orgulho de lado que não leva a nada. Saibamos que somos todos devedores aqui
na Terra, que é um Planeta de provas e expiações, e em dado momento chega a nossa vez de
levar não apenas puxão de orelha, mas quem sabe uma rasteira bem dada, pois está no nosso
merecimento. Muita paz a todos.

 Nilton Moreira

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Finados

SEMANA SENSÍVEL.
Quando estamos na espiritualidade preparando nossa vinda ao plano carnal, escolhemos algumas situações que precisamos passar para nosso crescimento. Digo algumas em razão de nosso livre arbítrio, pois teremos sempre o poder de decidir o caminho a tomar.
Também sabemos que teremos um tônus vital em nosso organismo físico para permanecermos na Terra determinado tempo e que nos cuidado devidamente, completaremos o ciclo previsto, embora a maioria de nós não seja completistas, isto em razão da invigilância no que diz respeito à condução de nossa saúde, gastando esse tônus precocemente.
Mas uma das situações que não iremos escapar é o passamento, isto é, o desencarne que é a volta do espírito que somos à pátria espiritual. Isso é bom, pois faz parte da Misericórdia Divina, pois quanto mais tempo ficarmos neste mundo em meio às tristezas que nos cercam, é sinal que somos mais devedores de equívocos que praticamos em vidas passadas.
Mas nesta semana que chega estaremos um pouco mais sensíveis, pois nos tocarão pensamentos que reportarão a nossos entes queridos que já retornaram ao plano espiritual, os quais após cumprirem o tempo na Terra, encontram-se agora na espiritualidade nos olhando, e muitos nos intuindo para que consigamos completar nossos objetivos aqui na carne, pois a morte é apenas uma passagem e não o aniquilamento.
Esta semana no grupo de estudos da Casa que frequentamos, um irmão disse surpreender-se ao fazer uma reflexão e constatar que tinha mais parentes no plano espiritual do que os chamados “vivos” neste plano carnal. Realmente chega um momento que é assim, e o importante disso é que todos eles vivem e ficam felizes ao saber que não os esquecemos, e que existindo um amor verdadeiro recíproco, certamente nos reencontraremos no momento oportuno. Mas em razão da peculiaridade desta semana, estamos mais sensíveis, pois é finados, e devemos escolher num momento de recolhimento elevar nosso pensamento em prece a aqueles que já não estão mais conosco. Prece breve, mas que saia do sentimento e que possa exteriorizar muito amor, e certamente os desencarnados receberão tal energia que lhes cairá como bálsamo.

Não há necessidade de visita a túmulos, pois que ali nada mais existe, pois o princípio inteligente que é o Espírito libertou-se no momento da “morte”, e devemos chorar sempre a saudade, mas nunca a falta.

Nilton Moreira

quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Como se proteger das influências espirituais!



Segundo Kardec no Livro dos Espíritos na questão 459, sobre a influência dos Espíritos em nossos pensamentos e atos, os mesmos influenciam a tal ponto que ordinariamente dirigem nossos atos e pensamentos. Porém, não podemos analisar trechos isolados da Codificação, segundo o Espírito do irmão Inácio, é necessário ler como um todo. Na questão 467 do mesmo livro, o codificador fala claramente que apesar da influência dos Espíritos, pode o homem eximir-se, visto que tais Espíritos só se apegam aos que pelos seus desejos o chamam, ou aos que pelos seus pensamentos os atraem.
No livro” Quem sabe pode muito, Quem ama pode mais” o Espírito do Irmão Inácio afirma que o homem em qualquer estágio evolutivo responde por seus atos. Ninguém sofrerá tal influência sem que haja ligação entre as mentes! É a lei da sintonia, trabalhando em conjunto com a lei da liberdade de escolha. Assim, seremos influenciados naquilo que somos de verdade, no que sentimos e no que buscamos em nossa vida. Os Espíritos só tem influência nos iguais, onde encontram sintonia nos pensamentos e sentimentos. Ainda diz Inácio:” Toda Obsessão, começa a partir da postura íntima em adesão as influências de fora. O que dali vai derivar é conosco. A pressão vem de fora. A obsessão vem de dentro”. Sintonia.

Mesmo vigiando nossos pensamentos, somos o que somos e dentro da nossa imperfeição, existem os desejos que não gostamos de confessar para nós mesmos. Vivemos nos enganando naquilo que sentimos. Porquanto, sendo tudo no mundo sintonia e energia a obsessão começa pela afinidade, como já falei. Estamos todos, tantos os encarnados como os desencarnados, no mesmo estágio evolutivo e assim, atraímos e somos atraídos no sentido da vibração que emitimos. Em toda essa história, não existem inocentes, vibramos igual e aí atraímos os iguais. Falta muito para melhorarmos nosso nível espiritual, precisamos admitir as nossas imperfeições, mudar o nosso verdadeiro eu. Só assim deixaremos de atrair obsessores.

Ana Maria Corrêa

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O CORPO NÃO AMA

                                                                 


                                                 O CORPO NÃO AMA
Existe uma busca constante pela nossa “cara metade, alma gêmea” aqui na Terra. Desde a adolescência já começamos a procura de algo afetuoso que nem sabemos o que é, e enxergamos nos mais diversos semblantes, silhuetas que despertam sentimentos que não conseguimos decifrar, mas que faz a gente crescer por dentro e o coração bater mais forte com palpitações, arritmias, e quando chegamos perto de alguém que achamos especial o suor nos toma conta, as pupilas se delatam nos falta o fôlego, a boca seca e a voz nos embarga e trememos de cima a baixo.
Quando estes sintomas assenhoream de nós, podemos acreditar que estamos em vias de encontrar o amor verdadeiro, pois não se trata de simples atração ou desejo sensual e sim algo mais profundo que nem todos sabem o que é, mas trata-se das almas que se reconhecem e eclode a paixão.
Sentimos então que é algo profundo e vem de outras vidas, pois em verdade “quem ama é o espírito e não o corpo”. Certamente quando isto acontece é em razão de já termos vivenciado algo parecido em outras existências, com experiências envolvendo ambas as partes. Reclamamos em muitas ocasiões que nossos relacionamentos não dão certo por aqui e ás vezes parece que vão durar, mas passado algum tempo de convívio a relação fica impossível e nos separamos. É que a união não partiu de um amor verdadeiro e sim de interesses ou apenas de atração física.
É claro que precisamos da atração carnal para facilitar as aproximações e as atenções um do outro, mas se não existir o amor verdadeiro em ambos os espíritos a relação não durará. O amor transcende a vida, e é o único objetivo principal do ser humano. É o que possibilita a evolução em direção ao Criador. Não devemos reclamar das separações ou das uniões que não dão certo ou que não perduram por muito tempo, certamente não eram para ter existido, e se findaram certamente é para evitar-se um mal maior.
Devemos impor limite para a luta na busca do amor de outrem, pois forçar relacionamentos apenas ocasionará futuras expiações com sofrimentos para ambas as partes envolvidas, pois em casos de confrontos e desavenças graves, teremos de nos reencontrar em vidas futuras.
É possível chegamos ao mundo para vivermos sós, e se assim nos conformarmos e procurarmos oferecer nosso amor de outra maneira sublime seremos felizes da mesma forma.

Lembremos sempre: “O Espírito é que ama, e não o corpo”. 

Autor: Nilton Cardoso Moreira   

domingo, 15 de outubro de 2017

ACREDITANDO OU NÃO. .



Grande parcela de pessoas no mundo não acredita em um Criador e nem tampouco em vida após a morte. Outros esperam o descanso perpétuo com sono eterno. É compreensível a teoria destas pessoas, pois estão convictas serem formadas de apenas matéria e que a inteligência exteriorizada pelo cérebro também e coisa material e que após o passamento entrará também em decomposição, e analisando-se por este prisma essa fração de pessoas tem suas razões. Mas todas elas encontram grande dificuldade em provar a não existência do Criador, pois não conseguem explicar tudo que existe e que não é obra do homem. Um amigo meu chegou a dizer: “nós estamos todos abandonados aqui”.


Mas nossa preocupação não deve ser com esta minoria que não acredita na existência de um Arquiteto do Universo e nem com quem afirma ser o túmulo o fim de tudo. Devemos sim procurar esclarecer cada vez mais quem procura explicações dos motivos que nos levaram a aportar na carne, já que não somos apenas matéria. Também não devemos insistir que tenha vida após o passamento para aquelas pessoas que não se interessam pelo assunto. Jesus mesmo na época que esteve aqui trazendo a boa nova, não forçou ninguém a acompanha-lo e nem a acreditar no que dizia! Mas apesar dos materialistas não crerem em vida após a morte, rendem homenagens e visitam sepulturas onde sabemos que ali nada existe, pois que o espírito que habitava o corpo se tornou livre e encontra-se na espiritualidade preparando uma nova reencarnação. Vemos túmulos ostentando poder na maioria das vezes com custo mais alto que uma casa onde reside família de baixa renda. Outro dia ouvindo o comentário de amigos, um disse ao outro que acumulava bens para deixar aos filhos, e que procurava adquirir cada vez mais.


Sinceramente acreditamos que a alegação de deixar para os filhos é apenas um pretexto para esconder a ambição e o apego aos bens materiais, pois a literatura está repleta de mensagens de desencarnados que ficam longo tempo na espiritualidade, ligados aos bens terrenos, influenciando os que ficam muitas vezes prejudicando a venda dos bens destinada aos herdeiros. O bem maior que podemos deixar aos filhos é o conhecimento, proporcionando-lhes estudos para se estruturarem e conquistar seus próprios objetivos, pois viemos a este Planeta sem nada, e sem nada retornaremos, acreditando ou não num Criador e em vida após o passamento. É simples.

                                                         
                                                                             
 Vida além da vida 
  Nilton Cardoso Moreira

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

No momento da partida!

Nossa história não começa agora, eu você e todas as pessoas, viemos de uma longa jornada e nela continuaremos por muito mais.
Você vai procurar respostas e só vai obte-las ao entender como tudo funciona em nossa vida espiritual.
Quando reencarnamos, seguindo essa jornada da qual falei, viemos com um planejamento já feito para nosso período no planeta. Esse planejamento, quase sempre, tem muita participação nossa ao lado dos mentores que nos auxiliam nesse momento. Como se fosse em um colégio, quando estudamos o ano inteiro até à data das provas finais, passamos por muitas coisas nessa vida que servem como aprendizado para nossa evolução. Digamos, a grosso modo, que os percalços do dia a dia nos servem como ensinamento. A gente aprende com o sofrimento e fica mais experiente certo?
O momento do desencarne também faz parte desse aprendizado. Muita coisa influencia nessa hora, inclusive a necessidade de passar por alguma dor para voltarmos mais maduros ao mundo espiritual, nossa verdadeira casa. Alguns sentimentos como o mêdo de morrer, o apego que temos aos nossos parentes que sabemos que vamos deixar, as duvidas que devem surgir naturalmente quando se comprende que se esta partindo, fazem da passagem um periodo um pouco mais doloroso. Mas como não sentir isso? Acredito que sentirei também quando for minha hora, todos sentiremos! Existe uma espécie de força adesiva que une o perispírito ao corpo que pode, ou não, estar atenuada no momento do desencarne, até pelos motivos que já citei! Quanto mais forte essa união, mais lento o desenlace, quanto mais tênue esse laço mais rápido as coisas ocorrem. Por tudo isso é importante que treinemos o nosso desapego. A única coisa que temos certeza nessa vida é que um dia partiremos mas, mesmo assim ficamos presos ao ter e não ao ser. A nossa bagagem se resume naquilo que somos e não no que possuímos. Para que tanto orgulho? Tanta vaidade? Sei que somos humanos e movidos por sonhos e desejos. Não precisamos abandonar nossos objetivos mas, devemos incluir outros propósitos em nossa vida. Assim não teremos que esperar estar no leito de morte, sofrendo, para esfraquecer nossos instintos, atenuar nossas paixões inferiores. A dor para alguns, serve para derrubar barreiras pesadas, as muralhas da indiferença, do egoísmo e do amor próprio exarcebado. Se durante a nossa vida formos melhorando, evoluindo moralmente, desapegando-nos de baixos sentimentos, não precisaremos de tanto sofrimento no momento da morte para aprender aquilo que durante a vida não demos importância. Vejam vocês; Deus é tão bom conosco, que apesar de toda nossa rebeldia, Ele nos oferece a última chance em vida de mudarmos e de, como falei anteriormente, chegarmos melhores do outro lado da vida. Pense nisso e não perca tempo, nunca sabemos quando faremos a nossa viagem!!

                                                                          
                                                             Eduardo Imbuzeiro e Ana Maria Fonseca