quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Como se proteger das influências espirituais!



Segundo Kardec no Livro dos Espíritos na questão 459, sobre a influência dos Espíritos em nossos pensamentos e atos, os mesmos influenciam a tal ponto que ordinariamente dirigem nossos atos e pensamentos. Porém, não podemos analisar trechos isolados da Codificação, segundo o Espírito do irmão Inácio, é necessário ler como um todo. Na questão 467 do mesmo livro, o codificador fala claramente que apesar da influência dos Espíritos, pode o homem eximir-se, visto que tais Espíritos só se apegam aos que pelos seus desejos o chamam, ou aos que pelos seus pensamentos os atraem.
No livro” Quem sabe pode muito, Quem ama pode mais” o Espírito do Irmão Inácio afirma que o homem em qualquer estágio evolutivo responde por seus atos. Ninguém sofrerá tal influência sem que haja ligação entre as mentes! É a lei da sintonia, trabalhando em conjunto com a lei da liberdade de escolha. Assim, seremos influenciados naquilo que somos de verdade, no que sentimos e no que buscamos em nossa vida. Os Espíritos só tem influência nos iguais, onde encontram sintonia nos pensamentos e sentimentos. Ainda diz Inácio:” Toda Obsessão, começa a partir da postura íntima em adesão as influências de fora. O que dali vai derivar é conosco. A pressão vem de fora. A obsessão vem de dentro”. Sintonia.

Mesmo vigiando nossos pensamentos, somos o que somos e dentro da nossa imperfeição, existem os desejos que não gostamos de confessar para nós mesmos. Vivemos nos enganando naquilo que sentimos. Porquanto, sendo tudo no mundo sintonia e energia a obsessão começa pela afinidade, como já falei. Estamos todos, tantos os encarnados como os desencarnados, no mesmo estágio evolutivo e assim, atraímos e somos atraídos no sentido da vibração que emitimos. Em toda essa história, não existem inocentes, vibramos igual e aí atraímos os iguais. Falta muito para melhorarmos nosso nível espiritual, precisamos admitir as nossas imperfeições, mudar o nosso verdadeiro eu. Só assim deixaremos de atrair obsessores.

Ana Maria Corrêa

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

O CORPO NÃO AMA

                                                                 


                                                 O CORPO NÃO AMA
Existe uma busca constante pela nossa “cara metade, alma gêmea” aqui na Terra. Desde a adolescência já começamos a procura de algo afetuoso que nem sabemos o que é, e enxergamos nos mais diversos semblantes, silhuetas que despertam sentimentos que não conseguimos decifrar, mas que faz a gente crescer por dentro e o coração bater mais forte com palpitações, arritmias, e quando chegamos perto de alguém que achamos especial o suor nos toma conta, as pupilas se delatam nos falta o fôlego, a boca seca e a voz nos embarga e trememos de cima a baixo.
Quando estes sintomas assenhoream de nós, podemos acreditar que estamos em vias de encontrar o amor verdadeiro, pois não se trata de simples atração ou desejo sensual e sim algo mais profundo que nem todos sabem o que é, mas trata-se das almas que se reconhecem e eclode a paixão.
Sentimos então que é algo profundo e vem de outras vidas, pois em verdade “quem ama é o espírito e não o corpo”. Certamente quando isto acontece é em razão de já termos vivenciado algo parecido em outras existências, com experiências envolvendo ambas as partes. Reclamamos em muitas ocasiões que nossos relacionamentos não dão certo por aqui e ás vezes parece que vão durar, mas passado algum tempo de convívio a relação fica impossível e nos separamos. É que a união não partiu de um amor verdadeiro e sim de interesses ou apenas de atração física.
É claro que precisamos da atração carnal para facilitar as aproximações e as atenções um do outro, mas se não existir o amor verdadeiro em ambos os espíritos a relação não durará. O amor transcende a vida, e é o único objetivo principal do ser humano. É o que possibilita a evolução em direção ao Criador. Não devemos reclamar das separações ou das uniões que não dão certo ou que não perduram por muito tempo, certamente não eram para ter existido, e se findaram certamente é para evitar-se um mal maior.
Devemos impor limite para a luta na busca do amor de outrem, pois forçar relacionamentos apenas ocasionará futuras expiações com sofrimentos para ambas as partes envolvidas, pois em casos de confrontos e desavenças graves, teremos de nos reencontrar em vidas futuras.
É possível chegamos ao mundo para vivermos sós, e se assim nos conformarmos e procurarmos oferecer nosso amor de outra maneira sublime seremos felizes da mesma forma.

Lembremos sempre: “O Espírito é que ama, e não o corpo”. 

Autor: Nilton Cardoso Moreira   

domingo, 15 de outubro de 2017

ACREDITANDO OU NÃO. .



Grande parcela de pessoas no mundo não acredita em um Criador e nem tampouco em vida após a morte. Outros esperam o descanso perpétuo com sono eterno. É compreensível a teoria destas pessoas, pois estão convictas serem formadas de apenas matéria e que a inteligência exteriorizada pelo cérebro também e coisa material e que após o passamento entrará também em decomposição, e analisando-se por este prisma essa fração de pessoas tem suas razões. Mas todas elas encontram grande dificuldade em provar a não existência do Criador, pois não conseguem explicar tudo que existe e que não é obra do homem. Um amigo meu chegou a dizer: “nós estamos todos abandonados aqui”.


Mas nossa preocupação não deve ser com esta minoria que não acredita na existência de um Arquiteto do Universo e nem com quem afirma ser o túmulo o fim de tudo. Devemos sim procurar esclarecer cada vez mais quem procura explicações dos motivos que nos levaram a aportar na carne, já que não somos apenas matéria. Também não devemos insistir que tenha vida após o passamento para aquelas pessoas que não se interessam pelo assunto. Jesus mesmo na época que esteve aqui trazendo a boa nova, não forçou ninguém a acompanha-lo e nem a acreditar no que dizia! Mas apesar dos materialistas não crerem em vida após a morte, rendem homenagens e visitam sepulturas onde sabemos que ali nada existe, pois que o espírito que habitava o corpo se tornou livre e encontra-se na espiritualidade preparando uma nova reencarnação. Vemos túmulos ostentando poder na maioria das vezes com custo mais alto que uma casa onde reside família de baixa renda. Outro dia ouvindo o comentário de amigos, um disse ao outro que acumulava bens para deixar aos filhos, e que procurava adquirir cada vez mais.


Sinceramente acreditamos que a alegação de deixar para os filhos é apenas um pretexto para esconder a ambição e o apego aos bens materiais, pois a literatura está repleta de mensagens de desencarnados que ficam longo tempo na espiritualidade, ligados aos bens terrenos, influenciando os que ficam muitas vezes prejudicando a venda dos bens destinada aos herdeiros. O bem maior que podemos deixar aos filhos é o conhecimento, proporcionando-lhes estudos para se estruturarem e conquistar seus próprios objetivos, pois viemos a este Planeta sem nada, e sem nada retornaremos, acreditando ou não num Criador e em vida após o passamento. É simples.

                                                         
                                                                             
 Vida além da vida 
  Nilton Cardoso Moreira

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

No momento da partida!

Nossa história não começa agora, eu você e todas as pessoas, viemos de uma longa jornada e nela continuaremos por muito mais.
Você vai procurar respostas e só vai obte-las ao entender como tudo funciona em nossa vida espiritual.
Quando reencarnamos, seguindo essa jornada da qual falei, viemos com um planejamento já feito para nosso período no planeta. Esse planejamento, quase sempre, tem muita participação nossa ao lado dos mentores que nos auxiliam nesse momento. Como se fosse em um colégio, quando estudamos o ano inteiro até à data das provas finais, passamos por muitas coisas nessa vida que servem como aprendizado para nossa evolução. Digamos, a grosso modo, que os percalços do dia a dia nos servem como ensinamento. A gente aprende com o sofrimento e fica mais experiente certo?
O momento do desencarne também faz parte desse aprendizado. Muita coisa influencia nessa hora, inclusive a necessidade de passar por alguma dor para voltarmos mais maduros ao mundo espiritual, nossa verdadeira casa. Alguns sentimentos como o mêdo de morrer, o apego que temos aos nossos parentes que sabemos que vamos deixar, as duvidas que devem surgir naturalmente quando se comprende que se esta partindo, fazem da passagem um periodo um pouco mais doloroso. Mas como não sentir isso? Acredito que sentirei também quando for minha hora, todos sentiremos! Existe uma espécie de força adesiva que une o perispírito ao corpo que pode, ou não, estar atenuada no momento do desencarne, até pelos motivos que já citei! Quanto mais forte essa união, mais lento o desenlace, quanto mais tênue esse laço mais rápido as coisas ocorrem. Por tudo isso é importante que treinemos o nosso desapego. A única coisa que temos certeza nessa vida é que um dia partiremos mas, mesmo assim ficamos presos ao ter e não ao ser. A nossa bagagem se resume naquilo que somos e não no que possuímos. Para que tanto orgulho? Tanta vaidade? Sei que somos humanos e movidos por sonhos e desejos. Não precisamos abandonar nossos objetivos mas, devemos incluir outros propósitos em nossa vida. Assim não teremos que esperar estar no leito de morte, sofrendo, para esfraquecer nossos instintos, atenuar nossas paixões inferiores. A dor para alguns, serve para derrubar barreiras pesadas, as muralhas da indiferença, do egoísmo e do amor próprio exarcebado. Se durante a nossa vida formos melhorando, evoluindo moralmente, desapegando-nos de baixos sentimentos, não precisaremos de tanto sofrimento no momento da morte para aprender aquilo que durante a vida não demos importância. Vejam vocês; Deus é tão bom conosco, que apesar de toda nossa rebeldia, Ele nos oferece a última chance em vida de mudarmos e de, como falei anteriormente, chegarmos melhores do outro lado da vida. Pense nisso e não perca tempo, nunca sabemos quando faremos a nossa viagem!!

                                                                          
                                                             Eduardo Imbuzeiro e Ana Maria Fonseca