segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Esquecimento do passado.

Como pode o homem aproveitar a experiência adquirida nas existências anteriores, se as esquece quando reencarna?

Essa pergunta feita a Allan Kardec, parece ser a dúvida de muitos, pois em sua ignorância não conseguem entender o valor da reencarnação. Pensam eles, se ao reencarnar esquecemos tudo que vivemos em vidas anteriores, como aproveitar nessa vida atual essas experiências?

No livro “O que é Espiritismo”, Allan Kardec responde:

Como um aluno de um colégio, poderia aproveitar as lições aprendidas no quinto ano escolar, se não tivesse ele a lembrança de tudo que viveu no quarto ano?

Em resposta a esse questionamento, Kardec afirma que a reencarnação e o esquecimento do passado confirmam a justiça de Deus e que o espírito nada perde do que realmente aprendeu. E no caso do Aluno: pouco importaria a ele lembrar, como e com quais professores cursou o quarto ano, pouco importa os castigos, os bullings sofridos por ele, detalhes de suas relações bem ou mal sucedidas, afetos e desafetos. O que importa é o resultado dessas experiências em sua alma, o que aprendeu com os fatos vividos. Dessa forma é a reencarnação, o homem traz consigo, intuitivamente, idéias, cultura e a evolução adquirida pelas experiências vividas. Se durante a sua encarnação ele conseguiu aproveitar as lições vividas, assim, ao reencarnar ele será uma pessoa melhor.

Esse esquecimento citado, é temporário, ocorre durante a vida corpórea. Ao deixar o corpo, ele, o espírito recobra a lembrança de sua vida vivida e pode avaliar se conseguiu através de suas lições evoluir, ou, o que ainda falta aprender para chegar ao seu objetivo. Originando aí uma nova reencarnação, para a continuidade de seu aprendizado.
O esquecimento temporário é um benefício concedido, pois para muitos, seria difícil a lembrança de suas experiência, além de dolorosas, dificultaria a convivência com outros espíritos, que na vida anterior podem ter sido grandes inimigos. Vendo por esse aspecto, a reencarnação é uma nova oportunidade dada ao espírito de recomeçar e se reabilitar.
Com os laços familiares de amor, muitos desafetos têm uma nova chance de resolver, antigas relações conflituosas, rancores, mágoas. Se nos lembrássemos das velhas inimizades, isso seria um entrave ao progresso. Sendo assim tem o espírito na nova vida um novo ponto de partida, começando tudo outra vez, podendo ter um novo fim.

Nesta vida, às vezes temos vontade de esquecer fatos vividos, e pensamos! Se pudéssemos passaríamos uma borracha em tudo, apagando certas lembranças. Alguns chegam a dizer que se pudessem recomeçar, não fariam do mesmo modo. Assim é a reencarnação, uma nova oportunidade.

Segundo Kardec, nos mundos superiores, as lembranças de outras vidas, são encaradas de forma natural, sem transtornos. Mas nesse mundo, isso seria um pesadelo.

domingo, 29 de agosto de 2010

Justiça das aflições.

Sempre nos fazemos algumas perguntas:

Por que uns sofrem mais do que outros?

Por que uns nascem na miséria e outros na riqueza, sem que tivessem feito coisa alguma que justifique?

Diante disso achamos que as coisas boas ou ruins dessa vida parecem tão mal repartidas, e que por isso que não existe justiça Divina. Vemos pessoas boas passando por misérias, doenças, outras egoístas e malvadas em excelente condição financeira e de saúde. Aí nos perguntamos: Onde está a Justiça de Deus?

Mas se pensarmos que não vivemos apenas uma vida, estamos aqui há milênios, já fomos ricos, pobres, homem, mulher, honesto, ladrão, injustiçados, morremos, matamos, enfim, já vivemos todos os personagens e trazemos para nossa encarnação atual todos os acertos e erros cometidos em outras vidas. Ou seja, o que fazemos aqui tem conseqüências que iremos com certeza resgatar nessa ou em outras vidas. Se pensarmos assim, veremos que não existe injustiça e sim resgate, causa e efeito.
E se formos mais fundo em nossa avaliação veremos que:
Quantos de nós caímos por nossa própria culpa, vítimas da própria imprevidência, do orgulho e da ambição?

Quantos se arruínam por falta de ordem, de perseverança, pelo mau proceder, ou por não terem conseguido controlar seus desejos e instintos?

Quantos casamentos, famílias, separadas pelo interesse, pela vaidade, sem que se tenha usado o amor?

Quantas doenças o homem adquire devido seu excessos e vícios?

Quantos pais são infelizes com seus filhos, por não os terem educado de maneira correta, dizendo não, se necessário, pedindo desculpas quando errados e com isso os ensinando também a se desculparem. Mostrando o verdadeiro significado da família e a importância da união desta?

Ao fazer esse exame de consciência, verificamos que muitas vezes nós somos os culpados de nossas aflições. E com isso paramos de culpar a vida e o destino por tantas desilusões. E quando não encontrarmos respostas para alguns sofrimentos, nós devemos parar e lembrar que não vivemos apenas uma vida, portanto trazemos de outras alguns sofrimentos. È como se estivéssemos em uma escola e ao terminar o ano letivo, não conseguíssemos passar em todas as matérias, aí ficamos em dependência, por isso, seguimos o próximo ano repetindo assuntos que já deveríamos ter aprendido.

E assim é a vida, seguimos em frente com algumas pendências e culpamos Deus, e a sorte, dizendo: Deus eu não merecia isso!!!
Será?
Não podemos voltar e fazer um novo começo, mas podemos recomeçar e fazer um novo fim.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

A doutrina espírita, como ciência e como filosofia, esclarece os grandes enigmas da vida, dentro de princípios lógicos. Através dela ficamos, a saber, o que somos, de onde viemos, que fazemos aqui, para onde iremos após a morte do corpo físico e como respondemos pelo comportamento mau ou bom que aqui tivermos, desde já ou no futuro.

A Lei do Antigo Testamento teve Moisés como personalidade. O Novo Testamento teve Jesus Cristo. O Espiritismo é a terceira revelação da lei de Deus, mas não foi dado pelo homem e sim pelos Espíritos.Tem como princípio que “Fora da caridade não há salvação".Para os espíritas o primeiro ensinamento é amai-vos e o segundo: se instruir. Um Espírita deve estudar sempre.


Os espíritos são pessoas sem corpo físico, que têm a sua vontade própria.


A morte, simplesmente, não o liberta o espírito das paixões, dos vícios, da ignorância, como também não define o seu futuro, tal como ensinava, até então, a teologia. Cai por terra a falsa concepção de inferno, céu e purgatório


Podemos dizer que a doutrina espírita se resume nos seguintes princípios fundamentais: Deus, o espírito e a sua imortalidade, a comunicabilidade dos espíritos, a reencarnação e a pluralidade dos mundos habitados; as leis morais.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

O Amor, o Ódio e a Reencarnação. (Reunião do dia 13/08/2010)


 O Amor, o Ódio e a Reencarnação. (Dinkel Dias da Cunha)


(Dependendo do grau de evolução)

As almas em processo de reencarnação são em geral, atraídas para o mesmo ambiente e convívio das pessoas às quais já estiveram ligadas por laços afetivos ou situações de ódio. A reencarnação na primeira hipótese, é um premio as criaturas unidas por sentimentos de amor. Na segunda hipótese, é um recurso para eliminação de antagonismos (incompatibilidades) que existiram em encarnações anteriores.

Durante o planejamento reencarnatório no astral, pais, filhos, familiares, amigos, tiveram conhecimentos das dificuldades que iriam enfrentar na vida material, e aceitaram as provas futuras. Por isso, é necessário, para que não se perca o período de uma encarnação, tratar bem os familiares e os amigos, com todo amor possível, e esquecer as divergências, os ódios.



Allan Kardec


Da mesma forma que nós sabemos que iremos morrer um dia, o Espírito sabe que irar reencarnar. Sabe ele que isso é uma necessidade, assim como morrer é uma necessidade da matéria. Dependendo do grau de evolução dos espíritos, a reencarnação pode ser uma benção ou uma punição. Alguns Espíritos apressam a reencarnação enquanto outros querem retardá-la por medo das provas que terão que enfrentar, Espíritos também são covardes e inseguros. Porém por mais que retardem a volta, um dia terão que retornar, pois a reencarnação é a melhor forma de progredir.

O Espírito pode, dependendo da sua evolução, escolher a prova, ou seja, o seu destino na Terra. A este Espírito pode ser dada à escolha do corpo que irá ter na Terra e também as imperfeições que certamente lhe auxiliarão no seu progresso, e vencer os obstáculos faz parte de sua evolução. Essa escolha nem sempre lhe é dada, tudo depende do grau evolutivo dos Espíritos, pois às vezes ele não está apto para escolher o melhor caminho. O corpo que o Espírito recebe tem que estar coerente com as provas que este terá que enfrentar.

Às vezes mais de um Espírito deseja encarnar em um mesmo corpo, mas será escolhido o que for mais capaz de cumprir a missão que se destina essa criança, ou seja, o que se encaixe dentro desta proposta de vida.  

(O Espírito é designado bem antes do momento de unir-se a criança)

No momento de encarnar o Espírito sofre grande perturbação, maior e mais longa do que as do desencarne. Essa agonia se deve a incerteza se conseguirá suportar as provas a ele destinadas. Pela morte o Espírito sai da escravidão, pelo nascimento entra para ela.
Podemos comparar a encarnação a um viajante que embarca para uma travessia perigosa e sabe a que perigo se lança, porém não sabe se naufragará.

Dependendo do grau de evolução do espírito, alguns amigos espirituais o acompanham até o momento do nascimento e às vezes o seguem durante sua vida. Dizem que alguns espíritos de rostos desconhecidos que vemos em sonhos são por vezes esses amigos de outras jornadas.

A união da alma com o corpo começa na concepção, mas só se completa por ocasião do nascimento. Desde o momento da concepção o Espírito designado para habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais vai se apertando até ao instante que a criança vê a luz. O grito que a criança emite, anuncia que ela se encontra no mundo dos vivos.

Esta união com o corpo no momento da concepção é definitiva, porém como os laços que o prendem ainda são muito fracos, facilmente se rompem, às vezes por vontade do Espírito, se este recua diante da prova que escolheu. Nesse caso a criança não vinga e morre. Fora a vontade do espírito candidato, pode ocorrer motivos diversos que acabam impedindo que a criança nasça e neste caso o espírito escolherá outro corpo que melhor se adapte ao carma escolhido por ele.

Por vezes um bebê nasce e em poucos dias ou meses morre, na maioria dos casos é um aprendizado mais para os pais do que para o Espírito, pois este ainda não tem consciência plena de sua existência. Quando ocorre uma falha qualquer na encarnação de um Espírito, nem sempre esta encarnação é substituída de imediato por outra, é dado aos Espíritos um tempo para que se faça outra escolha.

Quando um Espírito se arrepende da escolha que fez, por não suportar o peso de seu carma, alguns se tornam melancólicos, queixosos, infelizes e acabam tentando contra sua própria vida, utilizando drogas lícitas ou até ilícitas. Temos que pensar que a encarnação é uma oportunidade dada para nossa evolução, devemos encarar com seriedade essa chance e não desperdiçá-la com lamentações. Alguns acabam achando tão ruim a escolha feita que terminem com sua própria vida. (suicídio)


Segundo Dinkel Dias da Cunha:

A união da alma com o novo corpo físico começa com a concepção, mas só se completa com o nascimento com vida. O espírito reencarnante somente se liga ao feto através de um conduto, um fio fluídico extremamente tênue, que se fortalece no instante do nascimento.

Antes de reencarnar o espírito está sempre próximo do embrião que irá constituir o seu futuro corpo físico. É a razão por que os médiuns videntes vêem uma criança, perto das senhoras grávidas.

No astral, após ter sido estabelecida a próxima reencarnação, antes mesmo da concepção, o perispírito do reencarnante inicia um processo de redução da sua estrutura orgânica para se adaptar ao futuro corpo. Aos três meses as estruturas anatômicas do feto e do perispírito se tornam exatamente iguais, e evoluem paralelamente até o dia do nascimento. Durante o processo de redução do perispírito a lembrança dos acontecimentos das vidas anteriores fica inteiramente encerrada nos arcanos da alma, no inconsciente profundo, e só começa a ressurgir, gradativamente, durante a infância.
Textos retirados dos livros: O Livro dos Espíritos, Allan Kardec; Reencarnação e emigração Planetária, Dinkel Dias da Cunha.
Adapitados por Ana Maria para o Evangelho no Lar do dia 13/08/2010

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Nosso Lar - O Filme (Trailer Oficial)

Há muitas moradas na casa de meu pai.

Estudo do Dia: 07/08/2010

Não se turbe o vosso coração-Crede em Deus, crede também em mim. Há muitas moradas na casa de meu pai: se assim não fosse, já eu vo-lo teria dito, pois me vou para vos preparar o lugar. Depois que me tenha ido é que vos houver preparado o lugar, voltarei e vos retirarei para mim, afim de que onde eu estive, também vós ai estejais. (S.João, 14 i a 3j)

A casa do pai refere-se aos muitos mundos existentes no universo. A cada espírito uma morada diferente, de acordo com a sua evolução.
Independente da diversidade dos mundos existentes no universo, nas palavras de Jesus, refere-se ele na evolução da alma. Se mais ou menos evoluídos, irá variar a sua morada (digo onde irá reencarnar)
Enquanto alguns Espíritos não conseguem se afastar da terra, presos as lembranças e sensações terrenas, outros se elevam e ganham mundos superiores.
Há Espíritos que culpados de suas atitudes na terra, habitam o Umbral, vários são os motivos que perturbam os espíritos: o ódio, o remorso, o vício, o apego e até a indiferença.
Por tudo isso: “Há muitas moradas na casa de meu pai”.


As diferentes Categorias de Mundos Habitados.

Os mundos variam com o grau de evolução dos Espíritos.


Existem Mundos Inferiores ao da Terra , física e moralmente e outros Mundos Superiores.

Nos Mundos Inferiores: a existência é toda material, sem muitas regras. As paixões, os sentimentos são mais aguçados, tais com: ódio, rancor, paixão, ciúmes, inveja e etc.

Nos Mundos Intermediários: mistura-se o bem e o mal

Classificação dos mundos:

Mundos primitivos: destinados às primeiras encarnações da alma humana.

Mundos de expiação e provas: onde domina o mal, mas também existe o bem.

Mundos de regeneração: onde os espíritos descansam para ganhar força e seguir sua evolução em outros mundos.

Mundos Ditosos: onde o bem predomina.

Mundos Celestes e Divinos: habitados por Espíritos evoluídos onde só o bem existe.


A Terra é considerada um mundo de expiação e  provas, por isso o homem convive com tantas misérias. Temos que pensar e ver que todos nós, que na Terra encarnamos, somos imperfeitos e estamos aqui para evoluir e que essa evolução se dará através do que aprendermos aqui . Devemos tirar o melhor proveito de nossas vitórias e também dos nossos sofrimentos, pois é por meio deles que poderemos melhorar e nos fortalecer para continuar nossa jornada.

Os Espíritos não encarnam sempre no mesmo mundo, quando em um mundo eles alcançam o grau de perfeição que este oferece, passam para outros mundos mais adiantados e assim por diante, até que cheguem ao estado de espíritos puros.

Podem esses Espíritos como recompensa, ascenderem a mundos mais elevados e como castigo ou por necessidade, se prolongarem no mesmo mundo ou até em mundo inferior. Isso não quer dizer que o Espírito regrediu, pois eles não regridem em sua evolução. Os valores adquiridos permanecem latentes em seu inconsciente, e suas quedas morais são temporárias, mesmo que durem milênios, um dia sentirão necessidade de evoluir e retornarão a consciência.

Embora haja tanta maldade, tantas paixões grosseiras, tantas doenças e sofrimentos na Terra, devemos entender que não está nela toda a humanidade existente no mundo. Aqui está apenas uma parte dessa humanidade. A espécie humana abrange todos os seres que povoam o Universo, nos seus diversos planetas.

Para exemplificar podemos fazer a seguinte comparação: Em um hospital, se vêem doentes, sofrimentos etc., em uma penitenciária, condenados, malfeitores, viciados, doentes sexuais e etc. Assim é a Terra, habitada por Espíritos ainda impuros e necessitados de correção e evolução. Não mandamos para hospitais pessoas cheias de saúde, assim como não vem para a Terra espíritos puros e sim os que precisam depurar-se.

A Terra pode se comparar a uma pequena aldeia em relação ao Universo, e a situação moral da Terra tem haver com a natureza de seus habitantes, com o grau de evolução destes.
Do mesmo modo como na cidade a população não se encontra toda em um hospital ou na penitenciária, também na Terra não está toda a espécie humana.
Um doente ao se curar sairá do hospital e um condenado depois de ter sua pena cumprida deixará à penitenciária, o homem sairá da Terra, quando curado estiver de suas enfermidade.

Mas não estamos aqui jogados a própria sorte, Deus é justo e para nos ajudar tem nos enviado através dos tempos, espíritos evoluídos, como Jesús Cristo, Gandhi, Chico Xavier, Madre Tereza de Calcutá e tantos outros.
A Terra é uma escola, e nós somos os alunos, só precisamos prestar atenção, para podermos passar de ano.

Textos retirados dos livros: O Livro dos Espíritos, Allan Kardec; Reencarnação e emigração Planetária, Dinkel Dias da Cunha, Blog Mundo Espiritual.
Adaptado por Ana Maria, Blog Espiritualidade.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Como Fazer o Evangelho no Lar



1. Escolha o dia de sua preferência. Sugerimos um dia de fácil memorização, por exemplo, segunda ou sexta-feira.
2. Escolha um aposento silencioso e agradável da casa, de preferência a sala de jantar, e que esteja com os aparelhos eletro-eletrônicos desligados.
3. Coloque uma jarra com água sobre a mesa, para fluidificação. Na falta dessa podem ser utilizados copos, qualquer um, em número correspondente aos integrantes do Evangelho.
4. Sentar-se à mesa sem alarde e sem barulho.
5. Fazer a prece de abertura, a que toque mais fundamente o sentimento familiar. Pode ser uma prece pronta ou uma prece espontânea, o importante é, repetimos, o sentimento da fé e a confiança na Proteção Divina.
6. Após, fazer uma leitura breve de O Evangelho Segundo o Espiritismo. Comentar com palavras próprias o trecho lido. No início poderá existir certa timidez mas, com o correr do tempo, os comentários surgirão espontaneamente pois que os Espíritos amigos estarão auxiliando na compreensão dos textos selecionados.
7. Os demais integrantes poderão tecer comentários também, caso o desejem, mesmo que estes levem a assuntos pessoais e/ou a diálogos, naturalmente que sempre pertinentes ao tema em foco. O Evangelho no Lar é antes de tudo uma reunião de Espíritos reencarnados no mesmo ambiente, buscando através da prece, da elevação de pensamentos e do diálogo fraterno, o amparo e o auxílio do Mais Alto para seus problemas e necessidades. Não deve ser jamais solene ou ritualístico, com palavras e movimentos decorados a lembrar missas e demais cultos.
8. Para incentivar a participação dos filhos ou demais membros, com exceção do pequeninos, é conveniente pedir que leiam mensagens espíritas, para reflexão do grupo. Incentivar também, com carinho, o comentário após a leitura. Sugerimos aqui os livros Fonte Viva e/ou Pão Nosso, de Emmanuel, Agenda Cristã e/ou Sinal Verde, de André Luiz.
9. Proferir a prece de encerramento e rogar, como exemplo, pela paz, harmonia, saúde e felicidade dos membros da reunião e de todos com os quais convivem. Desejando, rogar também pelos doentes, desamparados e infelizes da Terra. Por último, pedir a bênção de Deus para os familiares desencarnados, sem temor. A lembrança da prece alegra e pacifica os que partiram.
10. É completamente desaconselhável qualquer manifestação mediúnica durante o Evangelho no Lar.
11. Servir, após a prece de encerramento, a água fluidificada.
12. Tempo: o necessário para a família. Sugerimos uma reunião de 15 a 30 minutos. Música: sim, se for do agrado de todos. Sugerimos música instrumental, em volume baixo.

Site Espírita André Luiz
http://www.institutoandreluiz.org/

sábado, 14 de agosto de 2010

Vibrações positivas





Vibrações positivas.

Sempre que alguém te ofender, ou quando estiveres em presença,
 nas proximidades, ou mesmo apenas pensando na pessoa que te magoa
 ou com a qual antipatizas, faz o seguinte exercício:
“Respira fundo, buscando relaxar.
Procura encher o coração com amor e diga mentalmente:
“Quero que tu, Fulano, estejas em paz.
Quero que estejas bem, com saúde e prosperidade.
Que Deus te abençôe, e te faça feliz”.
Isto te fará infinito bem.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

IMPERATIVOS CRISTÃOS – (Chico Xavier – pelo Espírito de André Luiz)

Aprende – humildemente.
Ensina – praticando.
Administra – educando.
Obedece – prestativo.
Ama – edificando.
Teme – a ti mesmo.
Sofre – aproveitando.
Fala – construindo.
Ouve – sem malícia.
Ajuda – elevando.
Ampara – levantando.


FRASES:

Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo fim.
Chico Xavier

A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.
Allan Kardec

"Deus nos concede, a cada dia, uma página de vida nova no livro do tempo. Aquilo que colocarmos nela, corre por nossa conta."
Chico Xavier

Tudo que criamos para nós,
de que não temos necessidade,
se transforma em angústia, em depressão..
.
Chico Xavier

Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar. As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito
Chico Xavier

A felicidade não entra em portas trancadas
Chico Xavier

O fardo é proporcional às forças, como a recompensa será proporcional à resignação e à coragem.
Allan Kardec

Nem Jesus Cristo, quando veio à Terra, se propôs resolver o problema particular de alguém. Ele se limitou a nos ensinar o caminho, que necessitamos palmilhar por nós mesmos´  
Chico Xavier

A música é a linguagem dos espíritos.
Khalil Gibran

terça-feira, 25 de maio de 2010

História do Ferreiro


Havia um ferreiro numa vila que após uma vida de excessos  resolveu consagrar sua vida a Deus. Durante muitos anos, procurou realizar caridade, cumpria com seus deveres, mantia seus valores morais, mas, apesar de todo este esforço e dedicação nada parecia dar certo em sua vida, pelo contrário, dívidas cresciam e acumulavam, brigas constantes, etc.
Uma bela tarde, um amigo  que o visitara, e que se compadeceu de sua situação dificil, comentou: ” É realmente estranho que jsutamente depois que você resolveu se tornar um homem temente a Deus, sua vida começou a piorar”. E ele continuou : ” Não desejo enfraquecer sua fé, mas apesar de toda a sua crença espiritual, parece que nada tem melhorado”.
O ferreiro não conseguiu respondê-lo imediatamente, mas sentia que necessitava dizer algo para o amigo. Ele já havia meditado no assunto várias vezes e se colocado a mesma questão. Entretanto sentia que algo de maior atuava e baseando-se nisso respondeu: “Eu recebo em minha oficina o metal, aço, que ainda não foi trabalhado e preciso transformá-los em espada.  Você sabe como faõ isso?  Primeiro aqueço o metal  num calor absurdo, até que fique, vermelho.  Em seguida golpeio  com meus martelos mais pesados para dar-lhe a forma desejada. Logo depois mergulho a peça no balde de água fria  e a oficina inteira se enche com o barulho do vapor.  Repito estas ações até que obtenha a espada perfeita.  Uma vez não é suficiente” .
O ferreiro deu uma longa pausa e continuou: ” As vezes o aço que chega até minhas mãos  não consegue suportar o tratamento… o calor, as marteladas, água fria,  acabam por gerar rachaduras nele. E eu sei que ele não dará uma boa espada . Então eu simplesmente o coloco num monte de ferro velh0 que tenho em frente a minha oficina. “
O ferreiro fez outro longa pausa e terminou: ” Sei que Deus está me colocando no fogo das aflições; tenho aceito as marteladas que a vida me dá, e às vezes, sinto-me tão frio  e insensivel  como a água fria que faz sofrer o aço. Mas a unica que coisa que peço em minhas orações é que Deus não desista de mim  e continue até que eu tome a forma que ele espera de mim.  E que jamais desista de mim e me coloque na pilha do ferro velho de almas.

O Vôo da Renovação


A História da Águia é bem conhecida, mas vale a pena uma constante reflexão. A águia é a ave que possui a maior longevidade da espécie. Chega a viver 70 anos. Mas para chegar a essa idade, aos 40 anos ela tem que tomar uma séria e difícil decisão.

Aos 40 anos ela está com:





• As unhas compridas e flexíveis, não conseguem mais agarrar as suas presas das quais se alimenta.
• O bico alongado e pontiagudo se curva.
• Apontando contra o peito estão as asas, envelhecidas e pesadas em função da grossura das pernas, e voar é tão difícil.
Então a águia só tem duas alternativas :
• Morrer
• Ou enfrentar um dolorido processo de renovação que irá durar 150 dias.
Esse processo consiste em voar para o alto de uma montanha e se recolher em um ninho próximo a um paredão onde ela não necessite voar.
Então, após encontrar esse lugar, a águia começa a bater com o bico em uma parede até conseguir arrancá-lo.
Após arrancá-lo, espera nascer um novo bico, com o qual vai depois arrancar suas unhas.
Quando as novas unhas começam a nascer, ela passa a arrancar as velhas penas.
E só após cinco meses sai para o famoso vôo de renovação e para viver então mais 30 anos

Em nossa vida, muitas vezes, temos de nos resguardar por algum tempo e começar um processo de renovação. Para que continuemos a voar um vôo de vitória, devemos nos desprender de lembranças, costumes e outras tradições que nos causaram dor.
Somente livres do peso do passado, poderemos aproveitar o resultado valioso que uma renovação sempre traz.

A História da Águia

sábado, 15 de maio de 2010

O corpo e o Espírito

" Teu Espírito é tudo ; teu corpo é simples veste que apodrece: eis tudo."

O suco da vida nos oferece um símile material dos diferentes graus da depuração da alma. Ele contém o licor que se chama espírito ou álcool, mas enfraquecido por uma imensidade de matérias estranhas, que lhe alteram a essência. Esta só chega à pureza absoluta depois de múltiplas destilações, em cada uma das quais se despoja de algumas impurezas. O corpo é o alambique em que a alma tem que entrar para se purificar. As matérias estranhas se assemelham o perispírito, que também se depura, à medida que o Espírito se aproxima da perfeição.

Allan Kardec
O Livro dos Espíritos.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Reencarnação

Todos nós já vivemos várias encarnações no mundo. Não lembrar das outras vidas é um recurso de proteção, uma vez que somos colocados diante de desafetos de outros tempos. Assim, fica mais fácil a reconciliação.
Tudo que vivemos em outras vidas fica guardado, gravado em nosso inconsciente. Embora estejamos esquecidos de tudo, ele nos manda as informações em forma de intuição. É assim que vamos amadurecendo espiritualmente.
Em um trecho do livro “Nosso Lar”, lê-se que uma alma ao chegar no mundo espiritual, nem sempre recorda-se logo de suas vidas passadas. Para isso é necessário que ela esteja em grande equilíbrio, pois algumas lembranças ruins podem despertar dores, tristeza e culpa. Quem lembra, por exemplo, um crime cometido costuma considerar-se o mais desventurado do Universo; assim como quem recorda o crime de que foi vítima, considera-se infeliz do mesmo modo. Por isso a necessidade da segurança espiritual.
Aqueles que recebem tais informações acabam entendendo o quanto precisam ainda evoluir, pois sabedores de todos os seus erros sentem a necessidade de novas oportunidades para sua evolução.
Segundo o Livro dos Espíritos – Allan Kardec:
A alma pode depurar-se sofrendo uma nova existência, ou seja, tendo uma nova oportunidade. Por isso a alma passa por muitas encarnações e assim tem ela sempre uma nova chance de se aperfeiçoar. A limitação das encarnações acompanha a evolução do próprio espírito.
A reencarnação é a grande justiça de Deus, pois com ela temos todos a mesma oportunidade compreendendo a capacidade, o tempo e as condições morais de cada um.
Existem vários mundos habitados, em diferentes graus de evolução. Um espírito pode reencarnar na terra ou em outro mundo superior, isso vai depender de seu nível espiritual. Alguns espíritos encarnam várias vezes na Terra e outros nunca encarnaram nela. Podem também, encarnar em mundo inferior, mas só quando em missão de auxiliar no progresso deste, mas nunca como expiação. Alguns espíritos podem manter-se estacionados, sem evoluir, mas, não retrocedem.
Como podemos ver, a reencarnação é um precioso bem e devemos aproveitar a nossa da melhor forma possível e assim passarmos na escola da vida.

“Há muitas moradas na casa de meu pai”.

domingo, 9 de maio de 2010

Nosso Lar

O filme ‘Nosso Lar’, inspirado em um dos livros mais conhecidos de Chico Xavier, tem estreia marcada para 3 de setembro.

A produção usa efeitos especiais de última geração para retratar o mundo espiritual. A direção de fotografia fica por conta de Ueli Steiger, que trabalhou também em ‘O Dia Depois de Amanhã’. A música original foi criada pelo compositor americano Philip Glass.
Estou contando os minutos.

Veja - São Paulo.

Traile do filme - Nosso Lar.

domingo, 27 de dezembro de 2009

REENCARNAÇÃO SEGUNDO KARDEC


Outro dia minha filha perguntou: “-O que acontece com o Espírito enquanto aguarda o nascimento? Onde o Espírito ficava e se tinha consciência da vida que iria viver na Terra?”. Como não tinha certeza da resposta, procurei informações no Livro dos Espíritos e lá, como sempre, encontrei respostas. Percebi que essa dúvida não pertencia só a minha filha e por isso resolvi transcrever o que lá encontrei.





Prelúdio da volta

Os Espíritos sabem que terão que reencarnar, mas, assim como nós sabemos que vamos morrer um dia, e não sabemos quando, eles também possuem essa dúvida, ou seja, ignoram quando isso se dará.
Assim como a morte é uma necessidade da vida corporal, a reencarnação é da vida espírita.
Todos nós sabemos que vamos morrer, porém alguns por serem mais adiantados espiritualmente, procuram informações a respeito da vida fora do corpo. Isso também acontece no mundo espiritual, alguns espíritos mais adiantados sabem a respeito da reencarnação e encaram isso como uma oportunidade de aprendizado e outros como uma punição. Por receio, alguns espíritos podem retardar a reencarnação devido ao medo do desconhecido, também segundo Kardec,  existem espíritos covardes e indiferentes, só que esse recuo trás conseqüências. Também há os que querem antecipar a volta ao corpo. Na verdade retardar a reencarnação é possível, evitá-la não, pois, está serve para que o Espírito progrida, evolua.  
Kardec diz que a escolha do corpo a ser utilizado pelo Espírito depende da prova ou provação a  que este Espírito deseja submeter-se para sua evolução. As imperfeições deste auxiliarão para o progresso, caso vença os obstáculos durante sua encarnação. Só que essa escolha nem sempre é possível. Assim como quando encarnados, existem pessoas que não conseguem seguir sozinhas, digo, sem ajuda ou alguém para lhe dizer o que fazer, o mesmo acontece com os Espíritos, há aqueles que precisam ter suas reencarnações impostas, pois, não conseguem sozinhos decidir sobre sua evolução. Existem casos em que vários espíritos desejam encarnar em um mesmo corpo, por isso, essa decisão que define qual espírito encarnará em determinado corpo cabe as entidades superiores que designam segundo provas que o mesmo irá passar na Terra e se o corpo escolhido o ajudará em sua trajetória.
Kardec também fala das perturbações sofridas pelo Espírito ao reencarnar. Estas são maiores que com o desencarne, pois, pela morte, o espírito sai da escravidão, pelo nascimento entra para ela. A encarnação procede como o viajante que embarca para uma travessia perigosa, sem saber se esta será vitoriosa e se alcançará seus objetivos. A ansiedade do Espírito é bem grande, pois as provas que enfrentará em sua existência o farão avançar ou não em sua evolução.
Dependendo do nível de evolução do Espírito que irá encarnar, digo, se este já habita mundos onde a afeição existe, os amigos espirituais o acompanham até o último momento, o animam e alguns o seguem, muitas vezes pela vida. Lembre-se que durante a vida, temos sonhos e encontros, onde amigos nos visitam, matam a saudades, dão conselhos. Nossa família espiritual.  



União da alma e do corpo

A união da alma ao corpo começa no momento da concepção, mas só se completa por ocasião do nascimento. Desde o instante da concepção, o Espírito designado pra habitar certo corpo a este se liga por um laço fluídico, que cada vez mais se vai apertando até o instante em que a criança vê a luz. (interessante: o grito que o recém nascido solta anuncia que ela, a alma, se encontra no mundo dos vivos).
A união do Espírito com o corpo é insubstituível, porém como os laços que o prendem ao corpo ainda são muito fracos, facilmente se rompem, e pode romper-se por vontade do mesmo, se este se acovardar diante das provas que escolheu. (Nesse caso a criança não vinga).  Existe também o caso em que o corpo, por motivo de imperfeição da matéria não sobrevive e aí, a alma escolherá um novo corpo. Para o espírito, essas encarnações que não vingam não são importantes, nesses casos a morte prematura do feto é uma prova para os pais.  (É tudo muito complexo). Quando a reencarnação falha por qualquer motivo, nem sempre acontece outra imediatamente para o espírito, na maioria das vezes é dada a ele, um tempo para proceder nova escolha, a menos que a reencarnação imediata corresponda à anterior determinação. (Já tiver sido determinada).
Às vezes escutamos pessoas dizerem: Eu não queria essa vida, essa não foi à vida que pedi a Deus. Na verdade, não sabemos qual foi a nossa escolha, o que planejamos para nossa evolução. Entretanto, alguns Espíritos não suportam as provas dessa vida, acham pesada demais, superior as suas forças. E quando isso acontece acabam recorrendo ao suicídio.
No intervalo entre a concepção ao nascimento, existem momentos de maior, menor ou nenhuma lucidez do Espírito. A partir do instante da concepção, começa o espírito a ser tomado de perturbação, que o adverte que está próximo a sua nova existência corpórea. Essa perturbação cresce de continuo até o nascimento e nesse intervalo, o seu estado é quase idêntico ao de um Espírito encarnado durante o sono. À medida que a hora do nascimento se aproxima, suas idéias se apagam, assim com a lembrança do passado, do qual deixa de ter consciência na condição de homem, logo que entra na vida. Essa lembrança, porém, lhe volta pouco a pouco ao retornar ao estado de Espírito.
Ao nascer, à plenitude de suas faculdades se desenvolvem gradualmente como os órgãos. O Espírito se acha em uma existência nova e  é necessário que se adapte.
Mesmo a união do espírito com o feto não sendo completa até o nascimento, pode-se  afirmar que o espírito que vai habitar o corpo já existe, de certo modo, fora dele. O feto não tem propriamente uma alma, visto que a encarnação está apenas em via de operar-se. Acha-se, entretanto, ligado à alma que virá a possuir.
A vida intra-uterina é como da planta ou vegetal. A criança vive a vida animal. O homem tem a vida vegetal e a animal que, pelo seu nascimento, se completam com a vida espiritual.
Existem alguns casos de crianças que não são vitais no útero materno, (podemos citar crianças anencéfalo, sua vida pode durar poucos minutos, algumas horas, alguns dias, às vezes algumas semanas). Depende da gravidade de sua anencefalia. Freqüentemente isso se dá e é permitido como prova, quer para os pais do nascituro, quer para o Espírito designado a tomar lugar entre os vivos.  Há alguns casos, a cujos corpos nunca nenhum espírito esteve destinado. Nada tinha que se efetuar para eles. Tais crianças só vêm por seus pais, como prova. Segue-se então que toda criança que vive após o nascimento tem forçosamente encarnado em si um Espírito.

O Aborto

O Aborto tem para o Espírito a conseqüência de uma existência nulificada e que ele terá que recomeçar. E para quem o praticou, constitui crime, pois transgride a lei de Deus. Uma mãe, ou quem quer que seja, cometerá crime sempre que tirar a vida a uma criança antes do seu nascimento, e é claro que depois também, por isso que impede uma alma de passar pelas provas a que serviria de instrumento ao corpo que se estava formando.
Agora se esse nascimento puser em perigo a vida da mãe, haverá crime em sacrificar-se a primeira para salvar a segunda? Preferível é que  se sacrifique o ser que ainda não existe a sacrificar-se o que já existe.

Bom!! Aqui tem algumas respostas às perguntas feitas pela minha filha, mas, se você tem outras dúvidas, leia o Livro dos Espíritas, lá encontrará respostas.



sábado, 17 de outubro de 2009

Trabalho x Filhos




Dúvidas de uma dona de casa!!!

Sempre me pergunto!Qual seria a minha função nessa vida? Será que encarnei para ser mãe, dona de casa, esposa? E se fosse? Qual seria o problema nisso?
Tudo começou quando me casei, trabalhava em um banco e fiquei nesse emprego por nove anos, até que nasceu minha primeira filha. Devido a forças das circunstâncias, na época, fui morar longe do meu trabalho e preocupada com a hipótese de ter de deixar minha filha na creche e ir trabalhar em outra cidade, optei por sair do emprego. Nesse período, meu marido ganhava o suficiente para nós três. Foi muito bom, pois pude acompanhar todo o desenvolvimento da minha menina, sempre fui muito independente no trato com as crianças, cuidei do umbigo, fraldas, doenças e da casa, enfim tudo que uma dona de casa precisa fazer.
Mas logo vieram as primeiras críticas: você não acha que vai sentir falta do seu emprego?
Você só quer ser dona de casa? Você não faz nada?!!. Até a mídia parece ter um pouco de preconceito ao mostrar por exemplo, nas novelas, a mulher que não trabalha fora como uma “dondoca”. Parece que a mulher de valor é somente aquela que tem jornada dupla, trabalha fora e em casa.
A pior de todas é quando lhe perguntam: Qual a sua profissão? Envergonhada, respondo:
Do Lar. Nossa, Triste........
Mas será que realmente temos que nos sentir tão envergonhadas por essa opção?
Analisando!!!
Dedicar-se exclusivamente a cuidar do lar é, antes de tudo, optar por abrir mão de muitos de seus planos, sonhos, realizações, para enfrentar uma jornada que não termina apenas com oito horas de trabalho, que não tem remuneração e, como digo acima, tem muito pouco reconhecimento. Porém, como tudo na vida têm dois lados, existe uma recompensa acalentadora.
Hoje tenho 3 filhas, por isso fui adiando a minha volta ao mercado de trabalho, optei por dar as outras duas o mesmo tratamento e cuidado que tive com a primeira. Posso dizer que conheço minhas filhas, sei quando existe algum problema, estive por perto quando começaram as primeiras brigas entre elas e com isso pude corrigir e aproximar uma da outra. Tive tempo para estudar soluções para as diversas crises surgidas entre elas e na cabeça de cada uma, tive a oportunidade de conhecer seus amigos, de ajudar em suas indecisões, de ser amiga e mãe, quando necessário.
Meu marido podia trabalhar tranqüilo, pois sabia que eu estava em casa! Que eu cuidava das meninas. Quando adoeciam eu estava lá, dedicada e atenta, ajudava nos diversos trabalhos escolares e também nos problemas que surgem na escola, procurava interagir com seus amigos, deixando que os trouxessem para nossa casa.
Mas e eu?
Como me sinto em relação a minha vida?
Fico procurando algo que realmente me preencha o tempo, sou hiperativa, além de cuidar da casa, faço artesanato, cuido do meu jardim, escrevo em blogs, leio, ajudo minhas filhas com a banda de rock que elas fazem parte, aliás, eles ensaiam em minha casa. Tento ajudar minha filha mais velha, a encontrar seu caminho e também, meu marido a segurar as barras financeiras que todos nós passamos nessa vida.
Aí sem querer volto ao meu passado. Quando ainda era bem pequenina, lembro-me que ficava imaginado ser uma dona de casa, administrar meu lar, cuidar de meus filhos que na época eram apenas bonecas. Acho que no fundo da minha alma, já sabia que essa seria a minha missão nessa vida.
Por isso lhe digo, se por algum motivo já teve as mesmas dúvidas não se culpe, cada um tem o seu caminho, suas próprias escolhas. O importante é não julgar, não se achar melhor nem pior, pois embora possa parecer fácil a escolha do outro, só ele é quem sabe o quanto isso lhe custa.
E assim, vamos descobrindo nosso caminho.



PENSAR PARA ENTENDER

Em matéria de trabalho, aceitemos o lugar de serviço que o Senhor nos conedeu, no campo terrestre, evitando a perda de tempo com queixas denescessárias.
Muitas vezes, é preciso raciocinar com calma, a fim de compreendermos com segurança.
                                Francisco Cândido Xavier - Emmanuel

sábado, 10 de outubro de 2009

A Fé




Às vezes ouço as pessoas falando:
-“Depois que comecei a freqüentar aquela igreja, minha vida mudou!!”.
Aí penso: Será que não foi ela quem mudou? Que ao invés de ficar sentada esperando, passou a acreditar, arriscou-se mais, empreendeu melhor?.
Isso sim eu acredito. As orações, a fé, podem mudar o homem por dentro, dar-lhe confiança, pois acredita que está sendo protegido, amparado.
Falta às pessoas uma crença maior em si mesmas, em seu próprio potencial, em sua divindade, em sua própria capacidade de resolver seus problemas e ai, surgem os espertos, que se aproveitam do desespero de alguns e da fé de outros.
Esses chamados “líderes espirituais’, tomam para si os méritos das vitórias alcançadas por essas pessoas, tirando vantagens financeiras e enriquecendo em nome de Deus, enquanto o incauto, o tolo, descrente de seu próprio potencial, delega ao “líder” toda a responsabilidade da “vitória”.
E assim a vida segue, surgem novas igrejas, novas seitas, novos líderes, cada um se intitulando o dono da “palavra”, da sabedoria divina, o verdadeiro intermediário entre Deus e essa pobre raça humana. Para os mais atentos surgem também perguntas: “ -Será que Deus se importa mesmo com isso? Ou será que o que vale mesmo é a fé do homem no homem, do homem em seu próprio espírito? Porque milagres acontecem em todas as religiões?
Quando ouvimos aquela máxima que diz: “A Deus agrada que soframos”, Nos perguntamos, que Deus é esse que fica feliz com nosso sofrimento? Mas a verdade é que escolhemos o nosso carma, nosso caminho na Terra e ao cumpri-lo, algumas vezes com muito sofrimento, nos desesperamos e passamos a acreditar em qualquer coisa que alivie nossa dor.

Ao pensarmos na palavra justiça, seria totalmente descabido acreditar que uns seriam ajudados mais que os outros, só porque freqüentam essa Igreja ou seita, essa ou aquela religião. O que parece lógico e importante, é entender que temos uma missão que assumimos ao reencarnarmos e, para que isso ocorra, seja qual for a religião que professamos, recebemos a ajuda necessária.
Infelizmente, para a maioria dos homens, a felicidade se resume em ganhos materiais e esquecemos que somos espíritos, que estamos aqui para evoluir.
Passar por certos dissabores na vida significa que vencemos. Sei que nem sempre é fácil, mas a vida é como uma escola ou passamos de ano, ou repetimos.
Afinal, somos todos alunos e temos muito que aprender.

Segundo Kardec:
Pense bem!


“Deus não vende os benefícios que concede. A justiça de Deus é como o sol, existe para todos, para o pobre como para o rico”.


“Antes de pedir que o outro ore por você, faça-o também”.

“Os espíritos levianos, mentirosos, brincalhões, inferiores, são os que realmente se interessam por benefícios e são esses que correm para responder, sem se preocupar com a verdade. Por isso, peça em oração com fé e se for possível será atendido”.


“A mediunidade séria não será nunca uma profissão. A mediunidade não é uma arte, um talento, por isso não pode tornar-se profissão.
“Explorar a fé de alguém com mediunidade é dispor de algo que não lhe pertence”.

“A mediunidade é coisa divina e deve ser praticada com responsabilidade”.

“O médium curador transmite o fluido salutar dos bons Espíritos e não tem o direito de vendê-lo”.

“Procure o médium que viva de seu trabalho e não da mediunidade, os bons espíritos se afastam dos que esperam fazer deles uma escada para ascensão financeira”.
Ana Maria  e Eduardo

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

O Telefone Toca de Lá para Cá......




Você acredita em mensagens psicografadas???
Eu acredito! 

Alguns anos atrás eu fui a um Centro Espírita no Rio de Janeiro, e fiquei impressionada com que vi e ouvi. Uma Senhora bem idosa, de nome Célia, psicografava. Ela citava nomes, endereços e telefones. Nunca vi uma coisa assim. Os espíritos se comunicavam com ela e davam detalhes, nomes de parentes, contavam casos, coisas que só a pessoa poderia saber.
Certa vez,  dona Célia lia as mensagens recebidas  e de repente parou, disse que havia um espírito que acabara de chegar e pedia que ligassem para o telefone que afirmava ser de sua casa, infomando que  havia sofrido um acidente minutos atrás e tinha desencarnado. Implorava para  que algum parente fosse até o local, o espírito descreveu onde o acidente havia ocorrido. O pessoal do Centro ligou para a família e tudo se confirmou.
Em outra ocasião, minha sogra que havia perdido a filha com 16 anos e também freqüentava o mesmo Centro,  disse  que certa manhã, ao tomar café, sentiu um forte e carinhoso abraço reconhecendo ser de sua filha (desencarnada). Não contou para ninguém apenas sentiu, foi para a sessão e lá, em meio a tantas mensagens, dona Célia chamou-a pelo nome e disse que sua filha estava ali ao lado dela e que mandava dizer que havia tomado café da manhã com ela naquele dia. Minha sogra chorou muito, tudo que ela havia sentido e não contado para ninguém se ela ouvia ali, dita pela médium. Não restava dúvidas sôbre o dom maravilhoso dessa senhora especial.
No livro de Marcel Souto Maior, "Por Trás do véu de Ísis", que trata de um trabalho de investigação, de muita qualidade e isenção desse repórter, versando sobre a comunicação entre vivos e mortos, ele cita o Centro de dona Célia, como um dos que mais lhe impressionou. Evita porém, a pedido da mesma, citar seu nome mas, quem a conhecia, sabia muito bem que era dela que o mesmo falava.  Neste belo trabalho, Marcel conta também histórias sôbre  Francisco Candido Xavier e outros médiuns de renome.
Diante destes e de tantos outros fatos, de mensagens cheia de detalhes, falando sôbre coisas que eram só de meu conhecimento, vindas  inclusive de meu pai, de parentes e de amigos, não posso deixar de acreditar.
Infelizmente dona Célia não está mais nesse mundo, sua bela missão continua agora em outro "plano". Cito porém aqui mais uma de suas lições. Ela afirmava sempre, quando pessoas desesperadas pela falta de algum ente querido pediam que entrasse em contato com o mesmo, uma frase que nunca esqueci.." O telefone toca de lá para cá..." O médium é como um aparelho que somente recebe as chamadas e tem o dom de poder transmití-las para amenizar a dor de quem fica e de quem partiu, mas sempre dependendo da permissão, que vem do mundo espiritual.

Ana Maria





quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Alma Gêmea








O amor e o ódio continuam existindo além da morte porque são atributos do Espírito. O amor puro e desinteressado conduz sempre a alma para planos superiores do astral. O ódio, ao contrário, leva aos inferiores. O encontro das almas gêmeas se dá nos planos superiores. Existirão mesmo as almas gêmeas? Sim. Na maioria das vezes, elas podem não se encontrar na mesma encarnação tudo depende do ritmo da evolução espiritual de cada um, pois esse,  não se processa igualmente em todas as almas. " A cada um segundo as suas obras".


A história das almas gêmeas começou na mitologia grega. Júpiter, o rei dos deuses do Olimpo, resolveu certa vez tornar imortal uma criatura da Terra, o jovem Pólux. Este tinha um irmão gêmeo, Castor, a quem dedicava profunda amizade. Apesar de ter obtido a graça da imortalidade, Pólux não se sentia feliz porque estava separado do irmão e, principalmente, porque este estava sujeito à morte, o que um dia aconteceu, quando foi assassinado por Idas. Imensamente triste  Pólux pediu a Júpiter que anulasse a sua imortalidade, pois desejava morrer e fazer companhia ao irmão querido em sua sepultura. Penalizado, Júpiter resolveu ressuscitar Castor e tornou-o imortal. Reuniram-se, assim, no céu as almas gêmeas Pólux e Castor.
Platão, em uma de suas obras, O banquete, conta a história das almas gêmeas. No começo do mundo os seres eram assexuados, andróginos, os dois sexos reunidos em uma só pessoa. Ambiciosos, resolveram um dia atacar o Olimpo. Júpiter zangou-se e, como castigo, os cortou ao meio para enfraquecê-los. Praticada a cirurgia divina, suas partes se afastaram e foram espalhadas pelo mundo. Desde essa época os seres humanos procuram encontrar, com ansiedade, as suas metades. Por essa razão é que os homens e as mulheres experimentam muitos amores, mas quase sempre vivem melancólicos e se sentem infelizes.  

Kardec, no Livro dos Espíritos ( Pergunta 298, e comentários), diz que não temos em qualquer parte do universo uma metade à qual nos reuniremos um dia. Não existe união particular e fatal entre duas almas. Existe a união entre todos os Espíritos, em graus diversos, segundo a posição que ocupam, isto é, segundo a perfeição adquirida. Quanto mais perfeitos, tanto mais unidos. Da discórdia nascem todos os males da humanidade; da concórdia resulta a felicidade completa. Aparentemente, parece que Kardec é contrário à idéia das almas gêmeas, mas o próprio codificador da Doutrina Espírita assegura que as informações dos espíritos não devem se consideradas definitivas, perfeitas, pois só Deus é onisciente.
 
Os Espíritos são ínfimas partículas da energia divina lançadas pelo Criador, em diferentes ocasiões, nos mundos. Almas gêmeas são, justamente, as que foram geradas no mesmo sopro de vida, e no mesmo instante lançadas nos mundos materiais para a evolução espiritual. Todavia, a evolução de cada uma não se faz igualmente. Umas evoluem mais rapidamente que outras e, assim, podem ficar afastadas de suas almas gêmeas, reencarnadas em planetas mais adiantados. É por isso que nós, ainda habitantes da Terra, nos sentimos muitas vezes, tristes, melancólicos, infelizes, saudosos de alguém que nossa consciência física pode até não conhecer, mas por quem nosso Espírito nutre profundo amor. Não o amor no sentido vulgar do termo, sentimento ilusório e inferior que liga sexos opostos e se extingue com o tempo, mas o amor puro, divino, sublimado, como o que vibras nas entidades angélicas.
 
Emmanuel, sobre as almas gêmeas, diz: “No sagrado mistério da Vida, cada criação possui no infinito a alma gêmea da sua como divino complemento da sua personalidade. A união, porém, é-lhes a aspiração suprema, indefinível”

Tirado do Livro: Reencarnação e Emigração Planetária de Dinkel Dias da Cunha.


No Site Momento Espírita:

A parte do mito sobre a origem da Humanidade perdeu-se ao longo das eras, mas a idéia de que o homem é um ser incompleto, em sua essência, perdura até hoje.
Talvez seja em função disso que o ser humano busca, incessantemente, por sua alma gêmea para preencher sua carência afetiva.
Embora o romantismo tenha sustentado esse mito por milênios, e muitos de nós desejemos que exista nossa metade eterna, é preciso refletir sobre isto à luz da razão.
Se fôssemos seres incompletos, perderíamos nossa individualidade.
Seríamos um Espírito pela metade, e não poderíamos progredir, conquistar virtudes, ser feliz, a menos que nossa outra metade se juntasse a nós.
É certo que vamos encontrar muitas pessoas na face da Terra com as quais temos muitas coisas em comum, mas são seres inteiros, e não pela metade.
O que ocorre é que, quando convivemos com uma pessoa com a qual temos afinidades, desejamos retê-la para sempre ao nosso lado.
Até aí não haveria nenhum inconveniente, mas acontece que, geralmente, desejamos nos fundir numa só criatura, como os andróginos do mito.
E nessa tentativa de fusão é que surge a confusão, pois nenhuma das metades quer abrir mão da sua forma de ser.
Geralmente tentamos moldar o outro ao nosso gosto, violentando-lhe a individualidade.
O respeito ao outro, a aceitação da pessoa do jeito que ela é, sem dúvida é a garantia de um bom relacionamento.
Assim, a relação entre dois inteiros é bem melhor do que entre duas metades.
As diferenças é que dão a tônica dos relacionamentos saudáveis, pois se pensássemos de maneira idêntica à do nosso par, em todos os aspectos, não teríamos uma vida a dois.
Pessoas com idéias diferentes têm grande chance de crescimento mútuo, sem que uma queira que o outro se modifique para que se transformem num só.
Assim, vale pensar que, embora o romantismo esteja presente em novelas, filmes, peças teatrais, indicando que a felicidade só é possível quando duas metades se fundem, essa não é a realidade.
Todos somos Espíritos inteiros, a caminho do aperfeiçoamento integral.
Não seria justo que nossos esforços por conquistar virtudes fossem em vão, por depender de outra criatura que não sabemos nem se tem interesse em se aperfeiçoar.
Por todas essas razões, acredite que você não precisa de outra metade para ser feliz.
Lute para construir na própria alma um recanto de paz, de alegria, de harmonia e segurança, como Espírito inteiro que é.
Só assim você terá mais para oferecer a quem quer que encontre pelo caminho, com sua individualidade preservada e com o devido respeito à individualidade do outro.
Pense nisso!


Michael Jackson



Um menino cheio de talento, com um pai severo, que de modo certo ou errado, o levou a praticar sem descanso até atingir a perfeição.


Segundo Dr. Penna Ribas,” encarnamos num círculo duma mesma família, Espíritos afins, amigos de outrora, que se comprometeram a prestar mútuo auxílio nas provações necessárias à evolução espiritual; e Espíritos inimigos, comprometidos, não raro, em graves crimes, no passado".

Com o tempo, a rebeldia do filho ou a intolerância do pai acabaram vinda à tona. Pelo que sabemos o menino Michael, sofreu com os maus tratos desse pai, intolerante e exigente.

Dotado de extremo talento, seu sucesso era inevitável. .

Michael, também tinha uma saúde frágil, precisava tomar remédios fortes para suportar a dor de uma doença violenta.

Nos espantamos em ver toda a transformação física que sofreu, parece que queria mudar o que via no espelho, ser outra pessoa.

Nós simples mortais, não entendemos como uma pessoa que aparentemente tem tudo, pode ser tão infeliz, tão só.
 
TALENTO


O Aurélio: "Dom natural ou a adquirir". A Bíblia designa como bens materiais, não confundindo com dons (Mt 18.24; Lc 20.46). As tendências ou talentos nascem com o indivíduo (talento musical, por exemplo) por herança genética, isto é, transmissão dos caracteres hereditários. O Espiritismo ensina que esses talentos justificam-se em razão de vidas passadas, isto é, porque o espírito da pessoa passou por outras existências corpóreas e de lá trouxe boas experiências
Será que sabemos quando e como vamos morrer?


Geralmente essas percepções do futuro são um aviso, uma advertência que algo  poderá acontecer e que as coisas ficarão piores se não houver uma mudança de rumo.
 
Kardec diferencia uma profecia de um pressentimento (também chamado de premonição). Segundo o codificador da doutrina espírita, “O pressentimento é uma intuição vaga das coisas futuras. Algumas pessoas têm essa faculdade mais ou menos desenvolvida. Pode ser devida a uma espécie de dupla vista, que lhes permite entrever as conseqüências das coisas atuais e a filiação dos acontecimentos. Mas, muitas vezes, também é resultado de comunicações ocultas e, sobretudo neste caso, é que se pode dar aos que dela são dotados o nome de médiuns de pressentimentos, que constituem uma variedade dos médiuns inspirados” – O Livro dos Médiuns. Conforme nos orientou Kardec, o pressentimento é mais um aviso de caráter pessoal, muitas vezes, uma inspiração que o espírito protetor da pessoa transmite a fim de guiá-la em sua tarefa no plano físico.


Michael Jackson, teve a intuição do que iria acontecer?


Li em uma entrevista publicada pelo site Ego que: Lisa Marie Presley publicou em sua página no site MySpace um texto em homenagem ao cantor Michael Jackson, com quem foi casada. A filha do cantor Elvis Presley disse que Michael sabia como iria morrer: "Ele sabia. Anos atrás, eu e Michael estávamos tendo uma conversa profunda sobre a vida em geral. Não me lembro da conversa exatamente, mas ele estava me questionando sobre a morte do meu pai. Em um momento ele me parou, me olhou intensamente e disse com muita certeza: 'Tenho medo de acabar como ele, do mesmo jeito que ele'", escreveu.


E a música que ele escreveu, seria pressentimento?


Há 12 anos, Michael Jackson lançou uma música chamada "Morphine" (morfina), que foi incluída no álbum de remixes "Blood on the dance floor - HIStory in the Mix".

O refrão diz:

"Relaxe, isso não irá machucá-lo

Antes que eu injete isso em você

Feche os seus olhos e conte até dez

Não há necessidade de se sentir desencorajado

Feche os olhos e flutue para longe

Demerol, Demerol

Oh, Deus, ele está tomando Demerol

Demerol, Demerol

Oh, Deus, ele está tomando Demerol"

O Modo de sua morte, seu espírito já sabia?

A música acima levanta essa suspeita, mesmo que inconscientemente ele já sabia.

Site Ego

As principais suspeitas acerca da morte de Michael Jackson apontam para o abuso de remédios, principalmente analgésicos. Mas, ao que parece, o astro já esteve à beira da morte pelo mesmo motivo, em outra ocasião.

O site do jornal inglês Daily Mail publicou uma entrevista com um médico, não identificado pela publicação, que alega ter atendido  o cantor em 29 de dezembro de 2003, após Michael ter entrado em colapso por overdose de morfina.

Brincadeira ou pressentimento?


Outra notícia que li e que me deixou pensativa a respeito foi que ele, Michael, tinha mania de brincar com as crianças, filhos do cantor, de morto. E a sua morte se deu da forma que brincava. Será isso também uma informação que o seu espírito já sabia?
 
 
Site Ego


Uma fonte do jornal, que trabalhava para Michael disse:  ele costumava brincar de se fingir de morto com as crianças para depois dar um susto nelas.
          Mas dessa vez, o susto foi de verdade.
"Quando eles viram a ambulância chegar, isso os abalou. As crianças ficaram apavoradas e começaram a chorar", contou a fonte.

O motivo pelo qual ele não conseguiu mudar seu destino, nós não sabemos. Mas vemos que durante a vida temos muitas premunições e nem sempre percebemos ou damos importância.


Ele não é o único!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Os animais tem alma? Existem animais no mundo espiritual?

                  

Recebidas no Grupo Espírita Bezerra de Menezes e Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec

Evocação nº 01
Espírito: São Luís
Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec
Data: 30.03.99


Perguntas: 

Existem animais na erraticidade?
"Analisemos a questão. Sabeis através dos estudos realizados e dos ensinamentos deixados pelas Entidades Superiores que trabalharam no advento do Consolador, que as almas dos animais não têm utilidade e nem razão de ser no mundo espiritual mais elevado. Entretanto, nas colônias transitórias próximos ao vosso orbe  eles são encontrados e têm a utilidade parecida com a encontrada na Terra. Razão pela qual encontram-se relatos de cantos de pássaros, bem como de latidos de cães e caravanas de animais que a vós vos parece tão familiar. Certamente que tudo regido pelas leis de Deus e vontade dos Espíritos que trabalham em Seu nome.
Sabeis que as colônias transitórias são como uma projeção mais bem elaborada de vossa morada terrena e tudo o que nela existe tem alguma correlação também alhures ( algum lugar), inclusive nos planos astrais mais inferiores. Entendei, porém, que tudo se dá em outra dimensão. Não têm, portanto, a mesma importância que se dá aos eventos da carne. Deveis compreender que a Codificação foi elaborada visando moradas mais elevadas onde não mais existem ambientes materializados como se encontram nas colônias e mundos semelhantes. Moradas, onde os Espíritos já atingiram um grau superior de adiantamento moral. É a esta situação que as obras primeiras se referem. Foi a esse respeito que o Espírito de Verdade deixou instrução.
“Vosso pouco conhecimento vos torna embotados ao ensino mais profundo do que é a Verdade. Buscai na humildade e na sinceridade a chave para adentrar num campo mais afortunado do aprendizado e vereis que conheceis muito mais do que pensais, pois os Espíritos do Senhor buscam aqueles que, de boa-vontade e de coração aberto, têm a sede sincera do saber" – São Luís.


Evocação nº 02
Espírito: Erasto
Grupo Espírita Bezerra de Menezes
São José do Rio Preto, SP
Data: 02.04.99


Evocação de um Espírito instrutor para falar sobre os Espíritos de animais
  • Aqui estou para auxiliardes dentro dos meus conhecimentos sobre o tema pretendido.
Poderíeis nos esclarecer se os animais possuem erraticidade e se mantêm suas individualidades?
·        Sim, eles possuem certa erraticidade, pois suas individualidades são mantidas após a morte do corpo físico. Porém, é necessário compreenderdes que não se pode considerar seu estado como aquele que passa os Espíritos dos homens. São duas condições diferentes. Numa, o Espírito tem inteligência e vida moral. Noutra, apenas os rudimentos da inteligência e completa inconsciência de si mesmos. Os primeiros aguardam a reencarnação para expiar o passado delituoso. Os segundos, apenas um novo corpo para seguirem desenvolvendo-se no processo que lhes é próprio.
Poderia nos explicar melhor esta diferença?
  • Um deles, o Espírito do homem, encontra-se em determinada região do plano espiritual devido a sua condição moral, que determina a posição na hierarquia espiritual. O outro, o espírito do animal, é projetado após o desencarne em regiões apropriadas ao seu grau de evolução. Como não possuem as mesmas condições mentais, ou seja, de estrutura psicológica, não podem ocupar a mesma situação no mundo dos Espíritos.
Mas, o mundo espiritual não é semelhante ao mundo terreno?
  • Depende do que se entende pela palavra "semelhante". Determinadas regiões astrais são muito parecidas com a superfície terrena e elas freqüentemente abrigam Espíritos de homens e de animais. Mas não na mesma faixa vibratória. Quando encarnados, eles vivem na mesma dimensão devido o aprisionamento que o corpo lhes proporciona, mas, uma vez libertos da matéria, cada um é atraído para as regiões que lhes são próprias. Não deveis fazer confusão entre esses dois estados. Quando desencarnados, não vereis a Jesus, pois entre vós e Ele há uma diferença vibratória considerável, determinada pela alta condição moral e intelectual do seu Espírito. Os animais estão para os Espíritos dos homens, assim como os homens vulgares estão para o espírito do Senhor. Pensai e entendereis.
Mas os Espíritos de animais podem ser vistos em regiões denominadas colônias espirituais?
  • Sim, eles podem ser vistos em ambientes que se delimitam com as regiões astrais onde suas almas estacionam, numa espécie de erraticidade, aguardando serem conduzidos por Benfeitores dedicados à tarefa de os transportar à experiência carnal.
Mas, já se ouviu dizer que alguns Espíritos de animais são utilizados em caravanas socorristas feitas em regiões umbralinas. Isso é verdade?
  • Sim, esses Espíritos de animais podem ser guiados por entidades esclarecidas de modo a procederem de determinada maneira. Mas sua ação no plano invisível limita-se a certas faixas vibratórias e à vontade desses Espíritos que lhes impõem o desejo à vontade.
Eles sabem que estão fazendo um serviço junto a outros Espíritos?
  • Como vos foi dito. Animais são sempre animais. Não possuem consciência de que agem por vontade de Entidades superiores.
Mas, sem a ação dessa vontade superior, como ficaria o Espírito desses animais?
  • Estacionados nas faixas que lhes são inerentes, aguardando seu renascimento na matéria; um tempo que poderá ser mais ou menos longo, conforme o plano dos Espíritos diretores do orbe.
Tem-se ouvido falar que em regiões trevosas Espíritos de animais ferozes e de aparência horripilantes, aparecem a visitantes que "viajam" a essas regiões. Como pode ser isso? Esses Espíritos são verdadeiros?
  • Pensais e encontrareis a resposta facilmente. Como determinar se o Espírito de um animal é bom ou mal, se ele não tem vida moral? Qual lei determinaria sua situação no plano invisível, se ele não pensa ou se conduz por atos morais? Assim, podeis compreender que tais formas horrendas, que atormentam almas ou Espíritos que vão a estas regiões são, em verdade, Espíritos maus transfigurados, ou projeções mentais provocadas por eles. Já afirmamos e repetimos: As formas espirituais que animam os animais e as plantas possuem cada uma, as faixas vibratórias das "regiões espirituais" que lhes são apropriadas. Nos mundos transitórios, "as colônias", só são observadas tais formas caso esses ambientes estejam em relação direta com essas faixas. De outro modo, plantas ou animais que ali são vistos são produtos da projeções mentais de Espíritos superiores que cuidam de administrar esses lugares reservados a desencarnados a caminho da luz.
Os Espíritos afirmaram na Codificação que as formas espirituais que animam os animais são utilizadas quase que imediatamente para novas reencarnações. Que tendes a dizer a respeito?
  • Afirmo-vos que as coisas não se passam tão rapidamente como imaginam. Considerai que o tempo entre o plano material e espiritual possui significativa diferença. Já não foi dito que um ano para Deus são mil anos para os homens? Pensais e obtereis a resposta.
                                                      


601 Os animais seguem uma lei progressiva, como os homens?– Sim, por isso, nos mundos superiores, onde os homens são mais avançados, os animais também o são, tendo meios de comunicação mais desenvolvidos; mas são sempre inferiores e submissos ao homem, são para ele servidores inteligentes.



734 Em seu estado atual, o homem tem direito ilimitado de destruição sobre os animais?–Esse direito é regido pela necessidade de prover a sua alimentação e segurança. O abuso nunca foi um direito. 

735 O que pensar da destruição que ultrapassa os limites das necessidades e da segurança? Da caça, por exemplo, quando tem por objetivo apenas o prazer de destruir sem utilidade?– Predominância dos maus instintos sobre a natureza espiritual. Toda destruição que ultrapassa os limites da necessidade é uma violação da lei de Deus. Os animais destroem apenas de acordo com suas necessidades; mas o homem, que tem o livre-arbítrio, destrói sem necessidade; ele deverá prestar contas do abuso da liberdade que lhe foi concedida, porque cede aos maus instintos.

593 Pode-se dizer que os animais agem apenas por instinto?
– Ainda assim é um sistema. É bem verdade que o instinto domina na maioria dos animais, mas não vedes que muitos agem com uma vontade determinada? É inteligência, porém limitada.

595 Os animais têm o livre-arbítrio de seus atos?
– Eles não são simples máquinas, como se pode supor; mas sua liberdade de ação é limitada às suas necessidades e não se pode comparar à do homem. Sendo muito inferiores ao homem, não têm os mesmos deveres. Sua liberdade é restrita aos atos da vida material.

597 Se os animais têm uma inteligência que lhes dá uma certa liberdade de ação, há neles um princípio independente da matéria?
– Sim, e que sobrevive ao corpo.

597 a Esse princípio é uma alma semelhante à do homem?– É também uma alma, se quiserdes, depende do sentido que se dá a essa palavra; mas é inferior à do homem. Há entre a alma dos animais e a do homem tanta distância quanto há entre a alma do homem e Deus.




1. Nos livros de André Luis e Chico Xavier e outros autores há citações sobre a presença de animais no mundo espiritual. Onde há na codificação o ponto que fala sobre os animais no mundo espiritual?
R: Leia o capitulo “Os Animais e o Homem”, que é todo sobre este assunto. A codificação espírita não diz que não existem animais no mundo espiritual. O que há é apenas a citação de que não há espíritos errantes de animais na erraticidade. Aqui neste enunciado é que se cria a confusão, pois a palavra erraticidade serve para designar a vida do espírito liberto do corpo físico, enquanto a palavra errante é apenas sinônima de nômade. Não deveria haver esta confusão, pois são termos completamente independentes. Um espírito pode estar na erraticidade e ser errante ou pode estar na erraticidade e NÃO ser errante, isto é ter a liberdade de ir para onde quiser naquela dimensão. Kardec pergunta ao Espírito de Verdade se os animais, tendo em vista sua inteligência e liberdade de ação, possuem alma. A resposta positiva não deixa dúvida de que os animais têm alma e complementa dizendo que em cada ser há apenas uma única alma. Kardec pergunta se a alma dos animais conserva sua individualidade ao chegarem a espiritualidade e a resposta novamente é positiva. Portanto na Codificação encontramos a concordância sobre a literatura espírita sobre a existência de espíritos de animais no mundo espiritual.
2. As obras de Chico Xavier (André Luiz), que falam da existência de animais no mundo espiritual estariam em contradição com a Codificação?
R: Não. Não há contradição, há apenas falta de compreensão de nossa parte, pois além da confirmação do espírito da verdade de que há espíritos de animais na espiritualidade, a própria ciência já demonstrou isso, bem como os relatos espontâneos de pessoas que viram espíritos de animais (Ver. Espírita – 1865)
3. Depois de desencarnarem, as almas dos animais vivem no mesmo plano espiritual que os espíritos humanos?
R: No Universo somente existem os planos espiritual e físico. Ou estamos em um ou estamos em outro. Como diz o Espírito de Verdade sobre o espírito dos animais, estando desligados dos corpos físicos, eles se encontram na erraticidade, isto é no plano espiritual. Ao serem colocados (“utilizados”) para reencarnarem retornam ao plano físico. Portanto a morada dos espíritos é a morada de todos os espíritos, não importando se de animais, vegetais, minerais ou humanos. Todos somos espíritos.
4. Por que se verifica que alguns animais têm mais sorte que outros. Enquanto uns sofrem outros tem vidas tranqüilas? Os animais têm Carma?
R: Não. Os animais não têm carma ou dívidas morais com o passado. As alegrias e dificuldades porque passam os animais são para o seu aprendizado. Os espíritos desta fase se revezam em situações difíceis e alegres. Em um momento podem ter uma vida boa (feliz), noutra cheias de amarguras e tristezas para aprenderem sobre alegrias e tristezas e não para resgatarem algum mal feito no passado.


Postado por: Marcel Benedeti em: Espiritualidade dos Animais



 O Homem e o animal


Às vezes ouvimos algumas pessoas dizerem que existem homens que parecem animais e muitos animais que agem como se fosse gente. O homem é um ser dotado de consciência, porém, às vezes desce muito baixo, por isso acaba comparado com um animal. Existem outros que se elevam e diferem da maioria, pela sua grandeza de espírito. O homem tem capacidade de se adaptar ao meio em que vive e possuí inteligência para transformar o meio ambiente em seu favor. O corpo do homem se destrói como os dos animais, mas, seu Espírito, tem livre arbítrio e pode traçar seu destino. Já a liberdade de ação que desfrutam os animais é limitada dentro de suas necessidades e não pode se comparar a do homem. O animal tem uma alma, porém inferior a do homem. A distância da alma do homem e do animal se equivale à mesma do homem em relação a Deus. O animal não pode escolher a espécie em que vai reencarnar, pois, não possuí o livre arbítrio, depois de sua morte ele é classificado pelos Espíritos que se incumbem dessa tarefa, e são utilizados (reencarnam) quase que imediatamente. Não lhe é dado tempo de entrar em relação com outras criaturas. (Esse tempo entre a morte e a reencarnação não é definido, Conheci uma médium de reputação ilibada que em reunião espírita falava dos animais das pessoas que ali estavam contando detalhes e situações. Isso eu presenciei).
Segundo Kardec, sobre a evolução dos animais, existem coisas que o homem ainda não tem inteligência para compreender por estar muito limitado em seus sentimentos. O importante é que o homem saiba que Deus não se contradiz. Existem leis gerais que regem a natureza, e mesmo que o homem não as compreenda, essas leis, correspondem à sabedoria de Deus.
A inteligência é um ponto de contato entre a alma dos animais e a do homem, porém os animais têm a inteligência da vida material e o homem a inteligência moral, ou seja, espiritual.
O corpo do homem tem instintos que são resultado das sensações de seus órgãos, por isso possuem dupla natureza, a animal e a espiritual, a primeira é a natureza do corpo e a segunda a do Espírito.
Quanto menos evoluído for à alma do homem, maiores são os traços que o ligam a matéria. O homem e o animal só possuem uma alma e são diferentes as almas destes, uma não pode encarnar no corpo do outro. (Este processo chama-se METEMPSICOSE, esta é uma palavra que se oriunda do grego “metempsycosis” que significa transmigração do espírito de um corpo para outro. Como doutrina filosófico-religiosa oriental tem, entretanto, outro sentido, a reencarnação de uma alma humana em corpo de animal. Para os antigos egípcios a alma teria de reencarnar inúmeras vezes em corpos de animais, em um período de três mil anos, até adquirir a forma humana Para os antigos gregos, segundo Platão, esse prazo era menor, apenas de 1.000 anos. Para os indianos a reencarnação da alma pode acontecer, indiferentemente, em corpos humanos ou em animais. É por isso que na Índia não se matam as vacas. No animal pode estar reencarnado um parente ou amigo. O Espiritismo não aceita a hipótese de metempsicose oriental. A reencarnação em um animal seria um retrocesso na evolução do Espírito). Porém, mesmo o homem tendo uma natureza animal e outra espiritual, às vezes na vida a natureza animal fala mais alto, levando-o a atitudes que o rebaixam, agindo animalescamente.
Vemos hoje em dia nos noticiários da televisão e nos jornais, notícias que nos chocam por tamanha crueldade. Sendo essas atitudes resultado do homem que permite que sua natureza animal sobrepuje a sua natureza espiritual.

O Livro dos Espíritos - Allan Kardec
Reencarnação e Emigração Planetária - Dinkel Dias da Cunha
Ana Maria

A cadela preta e branco é a minha amada Pretinha que nos deixou hoje. A marrom é a Mel, minha amada tb.