quarta-feira, 6 de abril de 2016

Mediunidade, conceito e tipos




1. O que é um médium?
2. Como se dá a percepção das influências espirituais?
3. Como definir o papel da mente no fenômeno mediúnico?
4. Quais são os principais tipos conhecidos de mediunidade?
5. Que meio de comunicação espírita é considerado por Kardec o mais completo?



Texto para leitura


Que é ser médium
1. Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos.
2. Apesar disso, só chamamos de médiuns aqueles em que a faculdade mediúnica se mostra caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.
3. A percepção das influências espirituais se dá pelo fenômeno mental da sintonia, ou seja, nossa mente, sendo um núcleo de forças inteligentes, gera pensamentos plasmados que, ao se exteriorizarem, entram em comunhão com as faixas de idéias do mesmo teor vibratório, estabelecendo-se, assim, a sintonia mediúnica. Atraímos os Espíritos que se afinam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos. 

Mediunidade e Doutrina Espírita

4. Achando-se a mente na base de todas as manifestações mediúnicas, é imprescindível enriquecer o pensamento, incorporando-lhe tesouros morais e culturais. A mediunidade, pois, não basta por si mesma. Sendo uma faculdade própria da espécie humana, ela existe desde as épocas mais remotas, mas foi somente na Doutrina Espírita que ela encontrou um sentido mais elevado e disciplinado.
5. Como os historiadores informam, Sócrates referia-se ao amigo invisível que o acompanhava constantemente. Plutarco reporta-se ao encontro que Bruto teve certa noite com um de seus perseguidores desencarnados. Pausânias, no templo de Minerva, em Roma, ali condenado a morrer de fome, aparecia e desaparecia aos olhares de circunstantes assombrados, durante largo tempo. Nero, nos últimos dias de seu reinado, viu-se fora do corpo carnal, junto de Agripina e de Otávia, sua genitora e esposa, ambas assassinadas por sua ordem, a lhe pressagiarem a queda no abismo.
6. Com o advento do Cristianismo, a mediunidade atingiu a sublimação com as manifestações provocadas por Jesus e, mais tarde, por seus apóstolos. E na Idade Média prosseguiu vitoriosa nos feitos de Francisco de Assis, nas visões de Lutero e nos desdobramentos de Tereza d’Ávila, para culminar, nos tempos modernos, nas prodigiosas manifestações de Swedenborg.
7. O dom mediúnico, por ser uma conquista evolutiva da Humanidade, não deve se limitar a mera produção de fenômenos. O médium consciente de seu papel precisa buscar disciplina e iluminação íntimas, para tornar-se um instrumento de progresso, com vistas à felicidade própria e coletiva. 

Tipos de Mediunidade

8. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para determinados fenômenos, do que resulta uma variedade muito grande de manifestações. As principais variedades de médiuns são: médiuns de efeitos físicos, médiuns sensitivos ou impressionáveis, médiuns audientes, médiuns videntes, médiuns sonambúlicos, médiuns curadores, médiuns pneumatógrafos e médiuns escreventes ou psicógrafos.
9. Os médiuns de efeitos físicos são aptos a produzir fenômenos materiais, como o movimento de corpos inertes, ruídos, pancadas, vozes diretas, materializações, transportes, etc. A mediunidade de efeitos físicos foi muito comum no surgimento do Espiritismo, com o objetivo de chamar a atenção dos encarnados para as coisas do Além, tal como ocorreu em Hydesville e depois na França, em meados do século passado.
10. Os Espíritos que se prestam a esse tipo de manifestação geralmente são de pouca evolução. Na verdade, são mais levianos do que maus, que se riem dos terrores que causam, agarrando-se a um indivíduo ou a um lugar por mero capricho ou com o propósito de se comunicarem com certas pessoas, para lhes dar algum aviso ou pedir alguma coisa.
11. Médiuns sensitivos ou impressionáveis são as pessoas suscetíveis de sentir a presença dos Espíritos por uma impressão vaga, por uma espécie de leve roçadura sobre todos os seus membros, não apresentando caráter bem definido, visto que todos os médiuns são mais ou menos sensitivos. Esta faculdade pode adquirir tal sutileza, que aquele que a possui reconhece não só a natureza, boa ou má, do Espírito que está ao lado, mas até a sua individualidade, como o cego reconhece a aproximação de tal ou tal pessoa.
12. Os médiuns audientes ouvem a voz dos Espíritos, algumas vezes uma voz interior, que se faz ouvir no foro íntimo, doutras vezes uma vez exterior, clara e distinta, qual a de uma pessoa viva, podendo até realizar conversação com os Espíritos, que podem ser agradáveis ou desagradáveis, dependendo do nível do Espírito comunicante.
13. Os médiuns falantes transmitem a mensagem espírita através da fala. Os Espíritos atuam sobre o órgão da fala, como atuam sobre a mão dos médiuns escreventes.
14. Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os Espíritos. Alguns a possuem no estado normal, ou seja, acordados, lembrando-se do que viram, outros só a possuem em estado sonambúlico, ou próximo do sonambulismo, que quase sempre é efeito de uma crise passageira. Ver os Espíritos durante o sono resulta de uma espécie de mediunidade, mas não constitui, propriamente falando, o que se chama vidência.
15. Médium sonambúlico é aquele que, nos momentos de emancipação, vê, ouve e percebe, fora dos limites dos sentidos. Muitos sonâmbulos vêem perfeitamente os Espíritos e os descrevem com precisão, como os médiuns videntes. Podem conversar com eles e transmitir-nos seus pensamentos.
16. Médiuns curadores são aqueles que têm o dom de curar pelo simples toque, olhar ou imposição das mãos, sem o uso de medicação. É a ação do magnetismo animal que produz a cura, mas essa faculdade deve ser classificada como mediunidade porque as pessoas que possuem esse dom não agem sozinhos, mas são auxiliados por Espíritos que se dedicam a essa tarefa.
17. Médiuns pneumatógrafos são os que produzem a escrita direta, sem tocarem no lápis ou no papel. Já os médiuns escreventes ou psicógrafos transmitem a mensagem espiritual utilizando lápis e papel.
18. Falando sobre a psicografia, Kardec diz que, de todos os meios de comunicação, a escrita manual é o mais simples, o mais cômodo e o mais completo. Para esse meio devem tender todos os esforços, porquanto ele permite se estabeleçam com os Espíritos relações continuadas e regulares, como as que existem entre nós, e é por ele que os Espíritos revelam melhor sua natureza e o grau do seu aperfeiçoamento ou de sua inferioridade. 

Respostas às questões propostas

1. O que é um médium? R.: Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo e raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. No meio espírita, porém, só chamamos de médiuns aqueles em que a faculdade mediúnica se mostra caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que depende de uma organização mais ou menos sensitiva.

2. Como se dá a percepção das influências espirituais? R.: A percepção das influências espirituais se dá pelo fenômeno mental da sintonia, ou seja, nossa mente, sendo um núcleo de forças inteligentes, gera pensamentos que, ao se exteriorizarem, entram em comunhão com as faixas de idéias do mesmo teor vibratório, estabelecendo-se, assim, a sintonia mediúnica. Atraímos os Espíritos que se afinam conosco, tanto quanto somos por eles atraídos.

3. Como definir o papel da mente no fenômeno mediúnico?
R.: A mente se acha na base de todas as manifestações mediúnicas. Em face disso é ao médium imprescindível enriquecer o pensamento, incorporando-lhe tesouros morais e culturais.

4. Quais são os principais tipos conhecidos de mediunidade? R.: As principais variedades de médiuns são: médiuns de efeitos físicos, médiuns sensitivos ou impressionáveis, médiuns audientes, médiuns videntes, médiuns sonambúlicos, médiuns curadores, médiuns escreventes ou psicógrafos e médiuns pneumatógrafos.

5. Que meio de comunicação espírita é considerado por Kardec o mais completo? R.: A psicografia.

Bibliografia:


O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, itens 159, 160, 164, 165, 166, 167 e 172. 
O Livro dos Médiuns, 
de Kardec, itens 90 e 178.
Nos Domínios da Mediunidade,
 de André Luiz, pág. 18.
Mecanismos da Mediunidade
, de André Luiz, pág. 13.

Retirado do site
http://www.oconsolador.com.br/19/esde.html

sábado, 12 de março de 2016

Falando de morte para crianças






Faltam-nos palavras certas para falar sobre morte às crianças. Afinal, por mais religiosa que uma família possa ser ninguém parece preparada para enfrentar esse momento. 

Pronto, te matei! Através de brincadeiras a criança extravasa sua energia sem saber o significado da palavra morte, matar ou morrer. Depois que um elimina o outro elas se revezam no papel e alegria continua. Muitos se divertem arrancando asas de borboletas, matando formigas, porque não associam esta destruição à morte.

O verdadeiro sentido da morte (absolutamente natural e inevitável) só chega à criança quando alguém próximo acaba falecendo. Então, dispara as perguntas do tipo: O que é morrer? Por que ele foi embora? Não volta mais? Por que o médico não conseguiu curar? Vocês também vão morrer? E eu?...

Essa situação se tornaria menos traumática se as pessoas não negassem a existência da Morte e a questão fosse discutida com os filhos.

Mas não em tom solene e sussurrante como se fosse algo sagrado ou proibido. Isso só serviria para aumentar as dúvidas e a ansiedade.

O ideal é utilizar acontecimentos concretos do dia a dia. Quando a criança arranca uma flor, convém explicar que não deve agir assim porque machuca a plantinha.

Que ela tem o seu tempo de nascer, crescer e murchar. Além disso, merece desfrutar do seu período no jardim da melhor forma. O mesmo se aplica àqueles que afogam pintinhos, corta o rabo da lagartixa.

Diante da morte do animal de estimação a família é obrigada a conversar sobre o assunto. Do ponto de vista afetivo, não há diferença entre animal e ser humano para crianças menores. Então, porque não recorrer ao mesmo ritual usado pelos humanos, não jogar o peixinho no vaso sanitário, não jogar o passarinho no lixo. Tais medidas passam idéias de que os mortos não valem nada.

A doença, a morte e o velório de Mário Covas, expostos todos os dias na TV, foram acompanhados por crianças e adultos sentados no mesmo sofá, às vezes, no colo.

Para os especialistas, esse velório coletivo e familiar, é uma vivência importante para as crianças. Ajudará a reduzir sentimentos de culpa e facilitará o diálogo no caso da morte em família.

As crianças muitas vezes se sentem responsáveis pela morte de um ente querido. Visto que ela, numa ou noutra ocasião, talvez se tenha zangado com a pessoa que morreu, podendo chegar a crer que as idéias ou palavras zangadas causaram a morte dele.

Não hesite em usar palavras reais, tais como “morto” e “morte”. Não ajuda nada dizer que o falecido foi fazer uma longa viagem. O que mais preocupa a criança é o medo de ficar abandonada, especialmente quando o pai ou a mãe morreu. Dizer-lhe que a pessoa falecida foi fazer uma longa viagem pode apenas reforçar o sentimento de abandono da criança e ela pode raciocinar: “Vovô foi embora e nem mesmo se despediu”. Tenha também cuidado, com as crianças pequenas, quanto a dizer que a pessoa falecida foi dormir. As crianças tendem a tomar as coisas de forma bem literal, podendo associar o sono com a morte.

O importante é falar com acolhimento, mas sem omitir os fatos. “A realidade de morte tem fim, o imaginário da criança é infinito”.

As tentativas de poupar a criança do sofrimento que acompanha a morte podem fazer com que ela não aprenda a lidar com as perdas. Esconder é a pior atitude que um adulto pode tomar, pois significa negar a morte e ensinar a criança a agir da mesma forma.
 

“A criança experimenta o sentimento de perda desde cedo ao ter desejos não realizados. Tomar atitudes para mostrar que nem tudo acontece com os nossos desejos e que nem sempre podemos manter o que temos é um jeito de ensinar a criança a lidar e a conviver com a morte”, diz o psiquiatra Miguel Roberto Jorge.
 

A compreensão que a criança tem do assunto depende da personalidade, do amadurecimento próprio da idade e da ligação mantida com a pessoa que morreu. Por isso ela mesma se encarregará de estabelecer parâmetros para mostrar o que consegue entender. “A criança vai perguntando o que precisa saber. Não é necessário fazer uma explicação filosófica para explicar o que representa morte”.
 

Para ajudar as pessoas próximas a entender e tentar amenizar o sofrimento dos pequenos nesse momento difícil, a Academia Americana de Pediatria preparou um guia sobre a percepção de morte em diferentes idades.
 

Até 2 anos

A criança percebe a morte como separação ou abandono. Ela pode reclamar os cuidados da pessoa que se foi ou se sentir desamparada, mas não terá o real entendimento do que aconteceu.
 

2 a 6 anos

idade, a percepção é de um fato reversível ou temporário. A criança tende a achar que a pessoa que morreu foi castigada.


6 a 11 anos

Começa a ser criada a percepção de que a morte é irreversível. Ainda assim é muito difícil para a criança lidar com a idéia de que a pessoa amada não voltará mais.
 

11 anos ou mais

A criança já vê a morte como universal, irreversível e toma consciência de que ela própria um dia vai morrer.
 

Contar a verdade e ao mesmo tempo transmitir segurança é a melhor maneira de lidar com a mais difícil das questões
 

O que fazer
 

Explicar o que aconteceu com delicadeza: O vovô morreu é melhor do que “o vovô está descansando”. Perguntar à criança se deseja ir ao enterro, tomando o cuidado de avisá-la que, no local, haverá um caixão e gente chorando.
 

Dizer de maneira simples o que ocorre com o corpo de quem morre: que ele é colocado em uma caixa especial, mais tarde enterrada num lugar que a família pode visitar, e que isso não é desconfortável, pois quem morre não sente mais dor nem medo.
 

A criança pode querer saber se ela também morrerá ou se os pais terão o mesmo destino. O que se pode fazer é reiterar que isso provavelmente vai demorar para acontecer e que os pais farão tudo o que estiver ao seu alcance para preservar a saúde dos filhos e a deles próprios.
 

Ficar atento a comportamentos de regressão ou de perda prolongada de apetite. Ao saber que o avô morreu porque estava velho, a criança pode reagir negando-se a crescer e, portanto, a morrer também. O sintoma persistente requer ajuda de especialistas.

Manter a rotina o mais inalterada possível. Diante da perda, as crianças menores costumam preocupar-se com aspectos concretos: “Quem vai me buscar na escola agora?” ou “Quem contará histórias para eu dormir?”

O que não fazer
 

Obrigá-la a comparecer ao enterro ou a ficar até o fim.
 

Não esconder nem exagerar a dor diante dos filhos. É preciso mostrar pesar na presença deles, tentando tomar o cuidado de não fazê-lo em intensidade capaz de levá-los a pensar que a situação está fora de controle.
 

Censurar comportamentos, que, à primeira vista, não parecem relacionados com o luto, como distração, desorganização ou hiperatividade. Pode ser uma forma infantil de expressar o sofrimento.
 

Tomar qualquer atitude logo depois da morte que reforce o sentimento de perda da criança, como mudar de casa ou transferi-la para outra escola. É preciso considerar de frente, com crianças e adolescentes, a idéia da morte, já que ela está logo à nossa frente e é justamente o que humaniza a vida. E, para os pais que professam uma religião e têm crenças a respeito do após-morte, também não há problema nenhum em transmitir isso a criança.
 

 Maria Cristina Mariante Guarnieri
http://marcoaureliorocha5.blogspot.com.br/2011/05/falando-de-morte-para-criancas.html

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Microcefalia


Por António Gonçalves

Os diversos casos de microcefalia que estão ocorrendo por todo o Brasil, e com mais intensidade no Nordeste, com os números cada vez mais aumentando, faz-nos indagar: por que isto está acontecendo?

Para nós espíritas isto não é por acaso. Na visão da Doutrina Espírita esta situação enquadra-se nas chamadas provações coletivas, é um resgate coletivo. São espíritos que trazem necessidade de provas ou expiações semelhantes, nisto são atraídos a lugares ou situações, onde graves desequilíbrios destes espíritos são tratados em conjunto. Sobretudo nas doenças chamadas de congênitas, que a criança já traz ao nascer, não pode ser atribuída ao acaso ou a má sorte elas passarem por esta situação.

Há casos também em que esses espíritos reencarnam com este problema para ajudar os familiares a desenvolverem boas qualidades, a terem mais paciência, para desenvolver o cuidado pelo próximo, a compaixão, a generosidade...

O Espiritismo nos esclarece que estamos num mundo de efeitos, de consequências, onde percebemos que na reencarnação encontra-se o “por que” para compreendermos o que está ocorrendo, as causas e as consequências.

Nas questões 132 e 133 de O Livro dos Espíritos, encontramos os seguintes esclarecimentos: Que Deus impõe a encarnação com o objetivo de fazer os espíritos chegarem a perfeição. Para alguns a encarnação é uma expiação, para outros é uma missão. Todavia, para alcançarem essa perfeição, devem suportar todas as vicissitudes da existência corporal; nisto é que está a expiação. (...)
Todos nós necessitamos de reencarnarmos, pois todos nós fomos criados simples e ignorantes; instruímo-nos nas lutas e nas tribulações da vida corporal. Deus, que é justo, não poderia fazer a alguns felizes, sem dificuldades e sem trabalho e, por conseguinte, sem mérito. Os espíritos que seguem o caminho do bem alcançam mais depressa o objetivo. Aliás, as dificuldades da vida, frequentemente, são consequências da imperfeição do espírito; quanto menos tenham de imperfeição, menos tem de tormentos. (...)

Estamos vivenciando um momento crucial no progresso do planeta Terra, e no nosso progresso. Esta é a encarnação que melhor nos preparamos através das outras encarnações. É a grande chance e a grande oportunidade para nos tornamos indivíduos melhores. E para esses espíritos que nasceram com o corpo físico com microcefalia é uma grande oportunidade de reajuste de dividas passadas, é uma reencanação impar para eles, mesmo que seja por breve instantes, ou pela experiência de passar por isso, ou que vivam por anos; tanto para eles como para os familiares .

Sabemos que a Terra está passando pela mudança de uma Era para outra, deixando o mundo de Provas e Expiações para o mundo de Regeneração. Tudo que estamos vivenciando seja desencarnes coletivos, seja reencarnações de resgate coletivo, é para acelerar o processo de quitação de divida do mundo em estagio de Provas e Expiações, pois não se pode chegar um novo estagio moral na Terra com as dividas e os sofrimentos atuais. Só irão ficar na Terra os espíritos que assumirem o compromisso com o bem, espíritos com a moral adequada para habitar o mundo em estagio evolutivo de Regeneração. Por isso que as dividas tem que serem pagas, e por isso que está havendo esse aceleramento para o pagamento dos débitos desses espíritos, e tudo isso acontecendo por meio da Lei de Causa e Efeito, da ação e da reação.

Assim, os débitos de vidas anteriores que tal espírito contraiu e acarretou tal deficiência, é sanado com essa atitude de encarnar com a microcefalia. Décadas atrás a incidência de casos de deficiência física era muito grande, e se apresentando de diversas formas as deficiências físicas, atualmente os espíritos estão nascendo com doenças emocionais, psíquicas, é a mente que está sofrendo atualmente. Tendo diminuído os casos de deficiência física, pois os espíritos que precisavam passar por tais circunstancias já terem quitado tal divida, contraída por erros em vidas passadas. É por isso que esta é a grande chance, quem sabe uma das ultimas chamadas para esses espíritos quitarem suas dividas e a dos seus familiares por meio da microcefalia.

Deus sempre Escreve Certo e Seu Amor e Justiça nunca falham. Temos que entender que os espíritos desses bebês, são espíritos que já viveram muitas outras vidas, com erros e acertos. Os aspectos espirituais por trás desta situação é que são espíritos que precisam passar pela experiência da microcefalia, é como se fosse um processo de cura para as dificuldades espirituais desses espíritos.

Que as mães não abortem esses bebês de forma alguma, porque se houver um caso na família de microcefalia é porque a família necessita desta experiência para desenvolver boas qualidades. Porque se nascer na família um bebê com alguma deficiência física é necessidade da família e do bebê. A família tem que se doar, porque tudo tem uma razão de ser. É a Justiça Divina atuando, mesmo que não compreendemos atualmente, para que alcancemos a luz.

Que as mães, os pais e os familiares agradeçam a Deus por esta oportunidade bendita, por receber estes espíritos sofredores, que vão precisar dos seus pais, responsáveis, familiares, de todo o amor, carinho, da servidão, para se dedicarem a estes espíritos, dando condição a eles de cura para o espírito, através desta oportunidade. Quando servimos crescemos. É um crescimento mútuo, para os pais e para o filho, muitos casos podem ser resgates de dividas dos pais com os filhos de outras vidas, outros casos os bebês podem assim nascer para sensibilizar os pais e familiares, e outros podem ser a necessidade do espírito de nascer desta forma e os pais o acolhem para ajuda-lo e isto já foi estabelecido no plano reencarnatório, antes dos pais e filhos nascerem.

Que esses casos sirvam para a sociedade em geral, para sensibilizar-nos e nos voltarmos mais para o bem, para o amor, para a caridade... Uma nova era está chegando, e temos que cada dia sermos pessoas melhores. O tempo urge, e os trabalhos estão sendo acelerados. Colhemos o que plantamos isto através dos séculos, isto é a lei de causa e efeito, ação e reação. Mas, sobretudo, confiemos em Deus Pai. E nos ensinos de Mestre Jesus, pois Ele afirmou: “Das ovelhas que meu Pai me confiou, nenhuma se perderá.”

“Estamos certos de que Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plano.“ (Romanos 8:28)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Tudo Passa - Chico Xavier

                                         
Todas as coisas, na Terra,
passam...
Os dias de dificuldades,
passarão...
Passarão também
os dias de amargura
e solidão...
As dores e as lágrimas
passarão.
As frustrações
que nos fazem chorar...
um dia passarão.

A saudade do ser querido
que está longe, passará.


Dias de tristeza...                    
Dias de felicidade... 
São lições necessárias que,
na Terra, passam,
deixando no espírito imortal
as experiências acumuladas.

Se hoje, para nós,
é um desses dias
repletos de amargura,
paremos um instante.

Elevemos
o pensamento ao Alto,
e busquemos a voz suave
da Mãe amorosa
a nos dizer carinhosamente:
isso também passará...

E guardemos a certeza,
pelas próprias dificuldades
já superadas,
que não há mal
que dure para sempre.

O planeta Terra,
semelhante
a enorme embarcação,
às vezes parece
que vai soçobrar
diante das turbulências
de gigantescas ondas.

Mas isso também passará,
porque Jesus está
no leme dessa Nau,
e segue com o olhar sereno 
de quem guarda a certeza
de que a agitação
faz parte do roteiro
evolutivo da humanidade,
e que um dia também passará...

Ele sabe que a Terra
chegará a porto seguro,
porque essa é a sua destinação.

Assim, 
façamos a nossa parte
o melhor que pudermos,
sem esmorecimento,
e confiemos em Deus, 
aproveitando cada segundo, 
cada minuto que, por certo...
também passarão..."
" Tudo passa...exceto DEUS!"

Deus é o suficiente!

Chico Xavier - Emmanuel

terça-feira, 12 de janeiro de 2016



Imaginar é uma mola propulsora dos processos de experiências. Na medida em que vamos imaginando (pensando), vamos fertilizando o fluxo dos nossos pensamentos, isso vai nos facultar pelo processo de indução as experiências que com tempo assumiremos e vivenciaremos. Vemos aí a importância da imaginação, com ela, nós amealhamos do Universo as forças com as quais se sintonizam os nossos pensamentos. Nós acabamos acreditando intimamente em tudo que pensamos, até que nos faculta a vivência da experiência imaginada. (se pensarmos que somos infelizes acabaremos sendo. Que somos azarados seremos. Que nunca alcançaremos nossos objetivos, certamente isso acontecerá).O campo da imaginação é importantíssimo, todos nós temos a capacidade de imaginar. Feito isso, lançamos a vontade no pensamento, este capta valores e energias iguais no universo para nossa vida, (os iguais se atraem). Daí a importância de nos instruirmos com boas referências, bons sentimentos, boas energias, para que captemos sugestões de espíritos elevados, pois, com pensamentos de baixa vibração, estaremos em conexão com o mundo inferior e com péssimas companhias. Tudo depende de nós. Bons pensamentos para todos.

Estudo do livro: Exilados de Capela.
Youtube 4º vídeo de estudo.

Tentação


"Tentação será sempre um problema de convicção em nós. É a projeção de nossas Fraquezas e Inseguranças, que enxergamos nas situações e pessoas que afirmamos nos abalar os supostos intuitos maiores de ascensão".
          André Luiz.

- Você só é tentado quando não tem certeza do que realmente quer.

sábado, 26 de dezembro de 2015

A certeza da morte!




É muito difícil lidar com perdas, principalmente de quem amamos. Somos criados de forma errada, não somos preparados para aceitar a desencarnação. Desde criança nos é incutido o medo da morte e ela é colocada como um castigo, uma maldição. Só que a única coisa certa nessa vida é a desencarnação. Todos sem exceção iremos morrer e isso não deveria ser um tabu e sim uma realidade a ser aceita. Deveríamos estudar a morte e tentar entender porque Deus nos daria uma vida, colocaria pessoas nela as quais nos apegamos e depois nos tiraria dessa vida, as vezes sem tempo ou oportunidade de despedida. Se pensarmos nisso assim, friamente, não veremos sentido e aí o sofrimento, a dor, acaba tomando conta de nosso ser.
Imagino a vida como uma escola, nela vivemos as lições que precisamos para que nos tornemos seres melhores, mais evoluídos. Através da convivência com irmãos afins e com aqueles que temos dificuldades de convivência, vamos aparando as arestas, modelando nossos sentimentos. A sabedoria de Deus é tão grande que coloca em nossas vidas alguns irmãos (espíritos)  como filhos, para que com a docilidade e a dependência desse ser, através do amor incondicional de pais, superemos qualquer sentimento menor. Isso é oportunidade de recomeço.
Cada um de nós tem uma temporada para viver nossas vidas e esse tempo deve ser aproveitado da melhor maneira possível. Penso que se desde crianças fôssemos preparados para a morte,  sabendo que não temos a vida toda para melhorarmos moralmente, não perderíamos tanto tempo com  futilidades. Somos criados para acharmos que temos todo tempo do mundo, com isso vamos adiando planos: amanhã peço perdão, depois digo que o amo,  vou mudar esse meu egoísmo no próximo ano, vou visitá-lo outro dia, e sempre deixando para depois. Aí o tempo acaba e fica aquela sensação de não ter feito ou dito tudo que podia, brotando em nosso coração angústia, tristeza e revolta.
Não aceitar a morte de quem amamos é natural, na verdade o que temos que pensar é que a morte não existe, apenas mudamos, ou melhor, voltamos para o nosso verdadeiro lar. Não existe uma fórmula mágica para aliviar essa dor da perda, a própria natureza nos dá um caminho que é o tempo, com o passar dos dias, meses, anos, essa dor  vai diminuindo e fica apenas uma grande saudade. Quando acreditamos na vida depois da morte, sabemos que apesar da distância, o ser amado está vivo em algum lugar do universo e certamente, cada um no seu devido tempo, irá se encontrar.

Quando vamos viajar, para algum lugar, arrumamos nossa mala e nela colocamos tudo que achamos que iremos precisar nessa viajem. Assim devemos fazer com a morte, sabemos que um dia iremos viajar, só que nessa mala, só cabem sentimentos ,  pois, nada de material levaremos conosco. Cabe a nós usar esse tempo que temos para chegarmos no mundo espiritual com uma bagagem grande, que nos propiciará uma melhor adaptação e melhores companhias.  Vamos sempre para onde nossa energia se equivale, por isso, melhore-se sempre, abandone seus vícios, encha-se de bons sentimentos, tenha atenuantes para anularem os agravantes. Você, só você, pode se ajudar. Tenha uma boa vida para ter uma boa morte!.

Ana Maria Corrêa

domingo, 13 de dezembro de 2015

Mensagem Psicografada no dia 01/11/3015 no Centro Espirita Eurípedes em Rio Verde




"Filhos e Filhas deste Plano Físico, Este ano, sem dúvida, está chegando ao fim com bastante tensão em todas as áreas, houve muitas brigas e conflitos com poucas realizações! O Karma individual e coletivo tem se acelerado bastante, o que significa que vocês não fugirão nem adiarão mais a solução dos seus problemas! Tempos de crise exigem novas atitudes e maturidade, aonde não precisaremos mais de paliativos oenganos. Cada ser humano encarnado,atualmente, está sendo provado, não há mais subterfúgios para que não possamos resolver as nossas dores existenciais tão negligenciadas por várias encarnações! Agora, todos sabem que Coordeno uma Equipe cuja a orientação é intervir na vida daqueles que decidiram cumprir seu Planejamento Reencarnatório. Digo a todos, sem medo de errar, que é muito mais fácil ser resgatado enquanto estais encarnados do que quando forem para o Plano Espiritual. Basicamente, a nossa Equipe visa reconstruir trajetórias e ressignificar vidas para que haja êxito na Missão em que cada um veio cumprir! Muitos podem perguntar: Como saber se estou seguindo o meu Planejamento Reencarnatório? A resposta é simples, pois quem se sente em Paz pode ter uma certeza de que está no caminho certo ao contrário de quem se abate por longo tempo. Eu peço que, em primeiro lugar, recuperem a esperança e a alegria de viver para que seus mentores possam acompanhá-los mais de perto. O mundo passará por transformações trágicas, a Europa e os Estados Unidos entraram em colapso e a China mostrará suas garras como potência mundial. Ao Brasil, caberá a tarefa de receber refugiados e de administrar parte da África. A Sociedade pós moderna caminha para a insustentabilidade e, a verdadeira riqueza do mundo daqui a trinta anos será a água e, o Brasil possui imensos aquíferos, verdadeiros oceanos de água potável subterrâneos. A Religião Mulçumana exerce o papel fundamentalista, ou seja, agregará cada vez mais guerrilheiros e militantes! O Brasil está sob crise, contudo, não apostamos em rompimento com a democracia. As instituições estão funcionando apesar de tudo. Outra coisa, não percam a fé de jeito nenhum. Continuem frequentando as suas Igrejas, pois em todas elas, existem uma egrégora espiritual que as protegem. Em 2016, os Projetos bem intencionados fluirão com mais facilidade. Pedirei duas coisas para que vocês se consolidem na estrada que devem trilhar na atual reencarnação:
1-Tenham Esperança de que as coisas vão melhorar.
2-Emitam pensamentos positivos, sabendo que a Vida é uma dádiva e que cada minuto é precioso.
Tenham a Cultura de valorização da Vida Humana, pois os trevosos controlam os meios de comunicação e quem assiste as notícias macabras, tem a mente reprogramada pelos magos negros, especialistas em hipnose e processos obssessivos! Sabemos que o Bem trinfará, mas queremos salvar as Almas que apesar de errarem bastante, tem vontade de evoluir. Valorizem a si mesmos de forma natural, pois ninguém é miserável ou perdido, cada pessoa é abençoada e foco de muito Amor da espiritualidade! O médium, aos poucos, desperta pra magnitude dessa Missão, por isso, aos poucos e progressivamente, vou lhe dando novas responsabilidades. Estamos envoltos por um conflito de amplas proporções no Plano Espiritual e isso explica o cansaço e os nervos a flor da pele das pessoas! Fiquem conscientes que o momento exige decisão de se voltar para a Luz. Recebam o meu abraço mais fraterno e um carinho infinito deste Sociólogo no Plano Espiritual, Alfred Schutz"

Mensagem psicografada no dia 01/11/2015 no Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo em Rio Verde GO

 A espiritualidade superior, através de Divaldo Franco está pedindo para orarmos pela paz do mundo, devido às convulsões que estão acontecendo por todo o planeta. O padrão vibratório do planeta baixou tanto que a espiritualidade superior está com dificuldades para entrar em sintonia com o nosso planeta, estão com dificuldade de nos ajudar; repasse para todos que possam entender a mensagem.

domingo, 18 de outubro de 2015

Energia é tudo



Energia é tudo, muitas vezes ficamos tristes, depressivos, achando que a vida não tem mais sentido, que os problemas estão pesados demais para carregarmos, que nossos sonhos estão distantes demais para alcançarmos, que amamos quem não nos ama, que queremos o que não podemos ter e que desejamos o que não nos pertence e etc. É neste momento que devemos parar e refletir que na verdade, nós somos o nosso maior adversário, pois, fazemos que esses problemas pareçam maiores do que na verdade o são, criamos um monstro que nos vai engolindo, pouco a pouco, e minando nossa resistência e nosso bom ânimo, aí os pensamentos negativos tomam conta de nossa mente, nossa energia fica baixa e o negativismo se apropria de nós. Acabamos assim abrindo sem perceber a porta para entrada de espíritos que vibram na mesma intensidade de energia em que estamos vibrando, normalmente Espíritos inferiores, infelizes, melancólicos, negativos, que sem que saibamos estão sempre a nossa volta.
As coisas vão piorando, pensamentos que nunca imaginávamos que teríamos, brotam em nossa mente e ficamos tão perturbados que não conseguimos nem rezar. Nesse momento, elevar nossos pensamentos e pedir ao nosso Mentor Espiritual, que nos acompanha sempre, ou a espíritos protetores, que nos ajudem, livrando-nos desses maus pensamentos, será o melhor a fazer. 
Agora, se nós, adultos, temos essa dificuldade para enfrentar e superar todas essas fraquezas, essa baixa energia, imaginem os mais jovens.
Hoje em dia muitos adolescentes estão sofrendo de depressão; angustias; medos e pânicos. Estão cada vez mais enredados em sentimentos que não deveriam fazer parte de sua vida e acabam precisando de remédios e às vezes até de ajuda psicológica. É bem possível que isso tenha a ver com essa vida moderna, sempre corrida, onde ninguém tem tempo para nada, onde a interação acaba sendo mais virtual do que pessoal, feita por páginas de relacionamentos como: whatsapp, twitter, facebook etc. É certo que precisamos dar maior atenção a nossa vida espiritual, entendermos que somos energia pura alimentando provisoriamente um corpo carnal que precisa ser recarregado através dessa ligação contínua que temos com o mundo do qual viemos e para onde retornaremos.
Por isso, vamos separar uns minutos do nosso dia para oração, direcionarmos nossos pensamentos aos espíritos protetores, a nosso Mentor Espiritual, agradece-los a ajuda diária que nunca nos negam.

Texto de Ana Maria Corrêa. 

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Crianças Índigo



As Crianças Índigo são crianças espetaculares,  estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independentemente de fronteiras e de classes sociais. São catalisadores desencadeando as reações necessárias para a transformação.
Elas possuem uma estrutura cerebral diferente no tocante ao uso da potencialidade dos hemisférios esquerdo, menos desenvolvido, e direito, mais desenvolvido. Isso quer dizer que elas vão além do plano intelectual. Elas exigem dos ambientes à sua volta certas características que não são comuns nas sociedades atuais. E elas vão agir, aliás, já estão agindo, através do questionamento e transformação de todas as instituições rígidas que as circundam, começando pela família. Família que se baseia na imposição de regras, sem tempo de dedicação, sem autenticidade, sem explicações, sem informação, sem escolha e sem negociação. Essas crianças simplesmente não respondem a essas estruturas rígidas, porque para elas é imprescindível haver opções, relações verdadeiras e muita negociação. Elas não aceitam serem enganadas porque elas têm uma intuição para perceber as verdadeiras intenções dos adultos e não têm medo. Portanto, intimidá-las não traz resultado, porque elas sempre encontrarão uma maneira de obter a verdade.
A segunda instituição vulnerável à ação dos Índigos é a escola. Hoje, o modelo de ensino é sempre imposto sem muita interação, um modelo feito para o hemisfério esquerdo do cérebro, o racional, o lógico, incompatível com os Índigos que naturalmente têm o hemisfério direito mais desenvolvido, o que lhes dá o grande poder intuitivo, a grande capacidade de percepção extrassensorial. Como elas possuem uma estrutura mental diferente, elas resolvem problemas conhecidos de uma maneira diferente, além de encontrar formas diferentes de raciocínio que abalam o modelo atual de ensino.
Assim, através do questionamento, elas influenciarão todas as demais instituições, o mercado de trabalho, a cidadania, as relações interpessoais, as relações amorosas, as instituições espirituais, pois elas são essencialmente dirigidas pelo hemisfério direito.

Mas por quê índigo? Por que Crianças Índigo?

O nome ”Criança Índigo” refere-se à cor da sua aura, o azul-índigo, que indica uma aura de Mestre. São crianças especiais que decidiram encarnar no nosso planeta com uma missão e um objetivo específico: são guerreiros, detonadores de sistemas! Elas já vêm ao nosso planeta há bastante tempo. Alguns até argumentam que Jesus e Buda eram índigos, pois a missão deles, numa escala global, era mudar a consciência da humanidade.
Nos anos setenta, começaram a vir em ondas. Muitos deles,  seres que hoje estão com vinte ou trinta anos, a geração guerreira que começou a desafiar e a mudar os velhos sistemas. Nos anos oitenta e noventa  mais e mais ondas de índigos chegaram, agora com uma sensibilidade e refinamento maiores ainda! E no final dos anos noventa e início de dois mil eles estão ganhando a companhia das " Crianças Cristal " que chegam também como guerreiros, mas guerreiros espirituais!
Presentemente, nós estamos vendo uma geração de Mestres vinda para o nosso planeta, essas crianças fantásticas também chamadas de “Crianças das Estrelas". Elas são a nossa esperança para o futuro, elas são a nossa esperança para o presente.

Mas como reconhecer um Índigo?

A resposta óbvia seria verificar a cor da sua aura. Mas, nem todos os Índigos têm a aura na cor azul-escuro o tempo todo. O termo Índigo refere-se mais ao estado da alma do que à cor da aura, que muda um pouco de acordo com sua disposição e seus interesses. Videntes que veem os estados da alma podem identificar Índigos. No entanto, é fácil identificar um Índigo pela sua sensibilidade, criatividade, espiritualidade e padrões gerais de comportamento.
Como crianças, elas se parecem com todas as outras crianças, embora sejam frequentemente bonitas e com olhos penetrantes. São sempre altamente inteligentes e cheias de perguntas e exigências. Têm muita energia, são muito ativas, têm muita força de vontade e um senso forte do seu próprio valor e importância. Sabem que são especiais e que estão aqui para fazer alguma coisa significativa. Possuem amigos "imaginários" e adoram fadas e golfinhos.
A inteligência excepcional das crianças índigo pode ser exasperante para os adultos. Ninguém lhes dirá o que fazer, elas quererão debater e negociar cada instrução, cada ordem.  Até que os pais aprendam que estão sendo ensinados e aprendam a respeitar o direito de escolha da criança e honrar essa escolha, eles continuarão a ser confrontados com lutas de poder e batalhas de força de vontade. A maneira correta de lidar com um Índigo é de estar disposto a negociar, explicar, dar-lhe escolhas. Ordens como  "Faça assim porque eu estou mandando" só produzirão hostilidade e indiferença.
Os Índigos geralmente não gostam nada da escola. Ficam entediados pelo passo vagaroso e pelas tarefas repetitivas. Aprendem através do nível de explicação, resistindo à memorização mecânica ou a serem simplesmente ouvintes. São hiperativos, distraem-se com facilidade, tendo baixo poder de concentração. Têm alta sensibilidade, não conseguem ficar quietos ou sentados, a menos que estejam envolvidos em alguma coisa do seu interesse. Por serem orientados pela parte direita do cérebro, quando adultos, são geralmente atraídos por atividades e ocupações que usam o hemisfério direito, como a música, a arte, a escrita, a espiritualidade. Adoram cristais, Reiki, meditação e yoga. São intensivamente leais aos seus amigos, acreditam em honestidade e comunicação nas relações. Ficam frequentemente desconcertados com a desonestidade, a manipulação e outras formas de comportamento egoísta.
Uma das características-chave dos Índigos é frequentemente a sua ira. As figuras de autoridade não conseguem nada com elas. Num nível profundo, elas não reconhecem a autoridade. Sabem que somos todos iguais e por isso ficam irritados, furiosos mesmo, com aqueles que se comportam ditatorialmente, quer sejam pais, professores ou patrões. São muito compassivos, amam os animais e qualquer forma de vida; têm muitos medos, como medo da morte e perda dos seres amados. Se experimentarem muito cedo decepção ou falha, podem desistir e desenvolver um bloqueio permanente.
Um problema sério quando se trata de Crianças Índigo é o diagnóstico errado habitual dado aos índigos, catalogados como portadores de Transtorno do Déficit de Atenção ou do Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade. Com isso, dá-se medicação a elas, sedando toda a sua imensa potencialidade.
Essas crianças estão aqui para nos ajudar na transformação do mundo. Portanto nós precisamos aprender com elas, principalmente escutando-as e observando-as.
As Crianças Índigo chegam aqui para nos dar um novo entendimento, são verdadeiros presentes para os pais, para o planeta e para o universo. Quando honramos estes pequeninos como presentes, nós vemos a sabedoria divina que eles trazem para ajudar a crescer a vibração do nosso Planeta.
O passo mais importante para entender e se comunicar com essas crianças é mudar a nossa forma de pensar a respeito delas, derrubando os nossos paradigmas para honrar os pequeninos como presentes ao invés de problemas. Assim abriremos as portas para perceber a grande sabedoria que elas trazem. Os pequeninos honrarão essa intenção, e um caminho para o entendimento aparecerá.

Até aqui, falamos dessas crianças maravilhosas, as Crianças Índigo. Mas existe mais... as Crianças Cristal estão chegando!  Depois falaremos disso!!

Texto retirado do site Caminhos de Luz. 

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Umbral!




No Umbral os espíritos se agrupam por nível vibratório de consciência. Nos juntamos com aqueles que pensam, sentem, reagem da mesma forma que nós.
Alguns núcleos afins vivem em cidades como nós, encarnados, liderados por espíritos inteligentes que os usam para a prática do mal. São estudiosos de magia, conhecem a natureza e seus elementos, conhecem com agem os encarnados, o lado psicológico ou psíquico e adoram o poder. A comitiva desses seres é desde o braço direito, ao sócio, o capanga, serviçais, escravos etc. Esses grupos são organizados, disciplinados e não querem a mudança de consciência dos encarnados.
Existem outros núcleos ou vales que são para desiquilíbrios específicos. Os vales dos suicidas, os vales dos alcoólicos e outros. São espíritos que vivem os mesmos dramas, os mesmos sofrimentos, e se juntam por afinidades.
Em alguns desses vales encontramos edificações, que servem para desfrute dos prazeres. Então, quando os encarnados dormem em desdobramento natural, eles se juntam aos desencarnados por afinidades, por sintonia e vão à busca de diversão. Muitos dos nossos instintos estão guardados no nosso subconsciente que nos leva em desdobramento para lugares afins. Essas pessoas acabam sendo vítimas de espíritos umbralinos, podem ser manipulados mentalmente e também acabam por desenvolver em sua vida física alguns problemas como: doenças, dificuldades profissionais, amorosas e também financeiras.
Na Região sóbria do umbral, nós encontramos um Oásis espiritual, que são os postos de socorro,. São locais de ajuda semelhante a um complexo hospitalar, lá estão espíritos missionários para ajudar aqueles que necessitam de auxilio nas regiões umbralinas. O Umbral nada mais é do que uma faixa de frequência vibratória onde se ligam todos os espíritos desequilibrados,  tanto encarnados em desdobramento ou desencarnados, que possuem a mesma energia. Como nós encarnados ainda estamos desiquilibrados, acabamos por sofrer influência desses espíritos. Essa região é sustentada por nós, pelos nossos desejos, pensamentos, ações, sentimentos, inveja, egoísmo, ou seja, o que é negativo, o que é imoral. Somos os mantenedores desse ambiente, nós damos a esses espíritos, grande parte da matéria prima para as maldades por eles praticadas. Mude sua vibração, não construa uma ponte com esse mundo espiritual. Lembre-se do conselho de Jesus: Orai e vigiai.

Texto retirado da palestra do Grupo de Umbanda Triangulo da Fraternidade.

https://www.facebook.com/PerolasRamatis?fref=ts

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

O Livro dos Médiuns - Capitulo 25 - ALLAN KARDEC

ESPÍRITOS QUE PODEM SER EVOCADOS
            274. Podemos evocar todos os Espíritos, seja qual for o grau da escala a que pertençam: os bons e os maus, os que deixaram recentemente a vida e os que vieram nas épocas mais distantes, os homens ilustres e os mais obscuros, os nossos parentes, os nossos amigos e os que nos foram indiferentes. Mas isso não quer dizer que eles sempre queiram ou possam atender ao nosso apelo. Independente da sua própria vontade ou de não terem a permissão de um poder superior, eles podem estar impedidos por motivos que nem sempre podemos conhecer. O que desejamos dizer é que não há nenhum impedimento de ordem geral às comunicações, salvo o de que trataremos a seguir. Os obstáculos à manifestação são quase sempre de ordem individual e freqüentemente decorrem das circunstâncias.
            275. Entre as causas que podem opor-se à manifestação de um Espírito, umas estão nele mesmo e outras lhe são estranhas. Devemos colocar entre as primeiras as suas ocupações ou as missões que desempenha, das quais não pode se afastar para atender aos nossos desejos. Nesse caso a sua manifestação fica apenas adiada.
            Mas há também a sua própria situação. Embora a encarnação não seja um obstáculo absoluto, pode constituir um impedimento em certas ocasiões, principalmente quando se passa em mundos inferiores e quando o próprio Espírito é pouco desmaterializado. Nos mundos superiores, naqueles em que os liames que prendem o  Espírito à matéria são muito frágeis, a manifestação para o Espírito, é quase tão fácil quanto no estado de erraticidade, e em todos os casos mais fáceis do que nos mundos em que a matéria corpórea é mais compacta.(2)
            As causas estranhas ligam-se principalmente à natureza do médium, à condição da pessoa que evoca ao meio em que faz a evocação e, por fim, ao fim que se propõe. Certos médiuns recebem mais facilmente as comunicações de seus Espíritos familiares, que podem ser mais ou menos elevados; outros são aptos a servir de intermediários a todos os Espíritos.
Isso depende da simpatia ou da antipatia, da atração ou da repulsão que o Espírito do médium exerce sobre o evocado, que pode tomá-lo por intérprete com satisfação ou com aversão. E depende ainda sem levarmos em conta as qualidades pessoais do médium, do desenvolvimento de sua mediunidade. Os Espíritos se apresentam  com maior boa vontade e sobretudo são mais precisos  com um médium que não lhes oferece obstáculos materiais. Quando há igualdade no tocante às condições morais, quanto mais apto seja o médium para escrever ou exprimir-se, mais se ampliam as suas relações com o mundo espírita.(3)
            276. Devemos ainda considerar a facilidade que resulta do hábito da comunicação com determinado Espírito. Com o tempo, o Espírito comunicante se identifica com o do médium e com o do evocador. Independente da questão de simpatia, estabelece-se entre eles relações fluídicas que tornam mais fáceis as comunicações. É por isso que a primeira manifestação nem sempre satisfaz como se desejava, e também que os próprios Espíritos pedem sempre para serem evocados de novo. O Espírito que se manifesta habitualmente sente-se como em casa: familiariza-se com os ouvintes e os intérpretes, fala e age com mais liberdade.
            277. Em resumo, do que acabamos de expor resulta: que a faculdade de evocar todo e qualquer Espírito não implica para o Espírito a obrigação de estar às nossas ordens; que ele pode atender-nos numa ocasião e noutra não, com um médium ou com um evocador que o agrade e não com outro; dizer o que quiser, sem poder ser constrangido a dizer o que não quer; retirar-se quando lhe convém; enfim, que em virtude de sua própria vontade ou não, após haver sido assíduo durante algum tempo, pode subitamente deixar de manifestar-se.
            Por todos esses motivos, quando se quiser evocar um novo Espírito é necessário perguntar ao guia protetor dos trabalhos se a evocação é possível. No caso de não o ser, ele geralmente dá as razões do impedimento e então seria inútil insistir.
            278. Importante questão se apresenta aqui, a de saber se é inconveniente ou não evocar Espíritos maus. Isso depende do fim que se propõe e da independência que se pode ter em relação a eles. Não há inconveniente quando se faz a evocação com um fim sério, instrutivo e tendo em vista melhorar-se. Pelo contrário, é muito grande o inconveniente quando se faz por mera curiosidade ou diversão, ou se a gente se coloca sob a sua dependência, pedindo-lhes algum serviço. Os Espíritos bons, nesse caso, podem muito bem lhes dar o poder de fazer o que lhes foi pedido, com a ressalva de punir severamente mais tarde o temerário que ousou invocar o seu auxílio, considerando-os mais poderosos que Deus . Será vã a intenção de aplicar no bem o pedido de despedir o servidor após o serviço prestado. Esse mesmo serviço solicitado, por menor que seja, representa um verdadeiro pacto firmado com os Espíritos maus, e estes não largam facilmente a presa. (Ver nº 212)(4)
            279. Só pela superioridade moral se exerce ascendência sobre os Espíritos inferiores. Os Espíritos perversos reconhecem a superioridade dos homens de bem. Entretanto alguém que lhes oponha a vontade enérgica, espécie de força bruta, reagem e muitas vezes são os mais fortes. Alguém tentava dominar assim um Espírito rebelde, aplicando a vontade ,e este lhe respondeu: Deixa-me em paz com esses ares de mata-mouros, que não vales mais do que eu. Que se diria de um ladrão pregando moral a outro ladrão?
            Estranha-se que o nome de Deus, invocado contra eles, quase sempre não produza efeito. São Luís explicou a razão na resposta seguinte:
            “O nome de Deus só tem influência sobre os Espíritos imperfeitos na boca de quem pode usá-lo com a autoridade das suas próprias virtudes. Na boca de um homem que não tenha nenhuma superioridade moral sobre o Espírito é uma palavra como qualquer outra. Dá-se o mesmo com os objetos sagrados que lhes opõem. A arma terrível é inofensiva em mãos inábeis ou incapazes de usá-la”.(5)

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Psicografia

Psicografia feita na Tenda Espírita Sagrada Família
Pela Médium: Dione Corrêa




Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo, para sempre seja louvado.
Aninha! Por vezes assim te chamava quando o trabalho no banco estava puxado e alterava nossos ânimos, era uma forma de descontrair!
Minha amiga! Agradeço ao nosso Pai maior e a espiritualidade por esta permissão e sei que por muito tempo pensou em mim penalizada pela forma que foi meu desencarne. Realmente amiga, de início foi difícil, doloroso e penoso. Mas nós sabemos da misericórdia Divina e esta, tarda mais não falha. Por tempos fiquei perdido, atordoado e parei em lugares obscuros, lugares que nem vale mencionar. Mas o tempo foi passando, orações  me chegavam de casa, bons pensamentos, e através de tudo isso fui achando um caminho, um lugar melhor . Amigos me ajudaram a me conscientizar e depois encontrei  com familiares e com a graça de Deus fui resgatado e levado para um hospital, uma coisa parecida com uma casa de reabilitação. Estava muito debilitado, fraco e a sensação que tinha era que ia morrer, mas como? Já estava morto! Foi tudo muito estranho, mas com o tratamento, com palavras de fé, oração, organização, limpeza, tudo muito branco, uma brancura que nunca havia visto na Terra, remédios na hora certa, passes, ou seja, com tudo isso, eu fui ficando mais forte. O momento do passeio ao sol, já em pleno restabelecimento, culminou no meu renascimento e então comecei a estudar, trabalhar  e a recuperação foi total.
 Hoje estou em uma Colônia que ajuda nos tratamentos dos irmãos que desencarnam vitimados de câncer. Aqui ajudamos no fortalecimento e no reequilíbrio do Espírito, pois quando chegam aqui à maioria está muito debilitada, sofrida, e por vezes muitos permanecem com as dores que sentiam na Terra, ainda por muito tempo. É um trabalho de amor e caridade. Agradeço a Deus por me confiar tal missão.
Amiga, nada nessa vida é por acaso e você sabe bem disso! Ainda falaremos com a devida permissão de Deus. Feliz por ver sua família terrena e a espiritual. Em ver que não está aí de passagem e que tem ajudado muitos irmãos perdidos e desamparados.
Fique na Paz do Senhor, saiba amiga que também lhe quero muito bem, um dia nos veremos de novo com a permissão de Deus.
Amém.
Edjalma. 

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Umbanda, União, Caridade, Humildade





 Da obra Fundamentos de Teosofia, de C. Jinarajadasa, p. 22, publicada pela Editora do Pensamento, é transcrito o seguinte texto que elucida a questão da “diversidade” – tão vívida na umbanda – diante do Grande Plano de Evolução engendrado pelos engenheiros e arquitetos siderais: 


“... existe um processo evolutivo em incessante atividade; a conversão do Uno em Muitos. Não é um processo em que, nos Muitos, cada qual luta para si, mas em que cada qual chega à compreensão de que a sua mais alta expressão depende do serviço prestado a outros, por serem todos Um. A nota fundamental da evolução da forma não é uma série de partes semelhantes, simplesmente justapostas, mas um todo constituído de partes dessemelhantes em que uma depende das outras. E a nota fundamental da evolução da vida não se limita a um único temperamento, um único credo, um único modo de adoração, mas tem por característica a diversidade de temperamentos, de credos e de maneiras de servir, que se unem todos para cooperar com o Lagos- Deus – e se lançarem na realização do que Ele planejou em relação a nós. “ Diz-nos Ramatis: “ Enquanto não praticardes o espírito de cooperação e respeito fraterno entre as religiões e doutrinas da Terra, possivelmente continuareis retidos no ciclo vicioso das reencarnações sucessivas. O que rejeitais e excluís com o fel do preconceito de hoje influencia decisivamente o que, onde e como voltareis ao vaso carnal no futuro. Cooperação e respeito fraterno sem exclusões - que não nos leve a ter receio de indicar o que não é umbanda, pois é convivendo em harmonia nas diferenças que amadurecereis espiritualmente. Os prosélitos que vos agridem, quando assim vos intuímos, não se mostram consciências preparadas para interiorizar e sentir a essência que sustenta a umbanda: fazer a caridade”.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Jesus - Oxalá - Amor incondicional!







Umbanda Pé no Chão
Norberto Peixoto

Oxalá é a fortaleza, a vibração do Cristo Cósmico na Terra, a doação do amor incondicional,fraterno e perene, o profundo conhecedor da alma humana, o ser abençoado de luz que irradia o equilíbrio perfeito entre o princípio do masculino e do feminino. Seu olhar sereno e profundo, irradiando amor e compaixão, Lhe permite penetrar o íntimo de cada um e não julgar, apenas amar e curar, não somente as enfermidades físicas, mas as da alma. Seus braços permanecem abertos em nossa direção e Seu Evangelho nos ensina estas máximas:

· "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo", pois não podemos amar a Deus, sem antes nos amarmos e, por conseguinte, amarmos nossos semelhantes. Se não existe amor dentro de nós, se não aceitamos nossas virtudes e defeitos, não podemos amar nossos semelhantes.

· "Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por Mim". Jesus nos mostra o caminho da simplicidade e do amor fraterno, do desapego e do perdão. A confiança na Providência Divina nos ajuda a difundir o Evangelho - caminho que leva a Deus, à verdade que liberta e que nos faz deixar de sofrer. Tudo o que pode deixar de existir amanhã não é verdade para nós, pois o que continua com a vida são os afetos, as alegrias, os sentimentos que carregamos em nosso interior. Devemos valorizar a nossa vida, buscando a verdade interior, o caminho para a felicidade.
·
"A minha paz vos dou, mas não como o mundo a dá". Todos deixaremos o teatro da vida terrena para encontrar a paz verdadeira na vida espiritual. A paz do mestre está nos valores morais, na conduta da vida em harmonia com as leis de Deus, na paciência para com as nossas imperfeições - pois temos de vencer a nós mesmos -, e no despertar da consciência na escalada da evolução, que nunca cessa. Cada mudança interior para melhor reflete-se na convivência com o próximo. Quem ama sempre vai estar acompanhado, porque o amor encontra ressonância em outros corações.
Amar é doar-se para a vida, em favor do bem.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Ser Médium


Os médiuns ‐ No  ambiente mediúnico,  os assistentes e médiuns são  verdadeiros  condensadores,  que formam o “campo eletromagnético”.  Entre cada criatura existe material isolante (o ar atmosférico). E por isso o campo se tornará mais forte quando  houver mais de uma pessoa. Aqueles que não  são médiuns,  funcionam como  os condensadores fixos, que recebem e emitem energias num só  comprimento  de onda, não  sendo  capazes  de distinguir as diversas “estações” transmissoras (os diversos Espíritos) e não podem por isso receber e transmitir as mensagens deles. As ideias ficam confusas e indistintas. 
       Já os médiuns são verdadeiros condensadores variáveis, com capacidade para selecionar os Espíritos que chegam. Então recebem e transmitem cada comprimento de onda por sua vez,  dando as comunicações de cada um de per si. Quanto  maior  a capacidade do médium de aumentar e diminuir a superfície do campo estabelecido pelas “placas”, tanto maior a capacidade de receber Espíritos de sintonia diversa: elevados e sofredores.  Há médiuns, porém, que parecem fixos em determinada onda:  só  recebem e transmitem determinada espécie de Espíritos,  provando com isso  a falta de maleabilidade de sua sintonia.  Para modificar a sintonia,  o condensador  variável  movimenta as placas,  aumentando ou  diminuindo  a superfície do  campo.  Os  médiuns podem obter  esse resultado  por  meio  da prece,  modificando com  ela o  campo elétrico,  e conseguindo assim captar e retransmitir as estações mais elevadas, os espíritos superiores. 

O autor faz uma comparação da mesa de reunião com as baterias. Veja:

A  mesa da reunião ‐ Cada criatura constitui um acumulador, capaz  de armazenar  a energia espiritual  (eletromagnética).  Entretanto,  essa energia pode esgotar‐se.  E  se esgotará com facilidade, se houver “perdas” ou “saídas” dessa energia com explosões de raiva,  ou  com  ressentimentos e mágoas prolongadas,  embora não  violentas.  Cada vez  que uma pessoa  se aborrece ou irrita,  dá “saída”  à energia que mantinha cumulada,  “descarrega”  o  acumulador  de força (ou  fluidos),  diminui a carga e,  portanto,  se enfraquece,  O  segredo  é manter‐se inalterado  e calmo  em qualquer  circunstância,  mesmo nas tempestades morais e materiais mais atrozes.  Todavia,  se por  acaso  o  acumulador  se descarrega,  pode ser  novamente carregado, por meio de exercícios de mentalização positiva e de prece em benefício dos outros, ou seja, prece desinteressada. Portanto, é realmente carregado com uma energia em direção oposta: se ficou negativo, carregar‐se‐á com energia positiva.  Os  acumuladores nem sempre possuem carga suficiente de energia para determinado  fim.  São  então  reunidos “em série”,  formando uma bateria.  Na mediunidade,  quando um médium não  é capaz  de fornecer  energia suficiente a sós, reúne‐se com outros, formando uma “reunião”. Esta é constituída “em série”, (não em paralelo), e por  isso  é que todos se sentam em redor de uma mesa. A bateria  assim formada, conserva em si e pode utilizar uma energia eletromagnética muito maior. Daí as comunicações em reuniões serem mais eficientes que com um médium isolado, por  melhor que seja ele.  Também a bateria pode esgotar‐se. Mas a vibração das ondas de pensamento e a prece podem carregar novamente a bateria. Esse processo é com frequência utilizada  nas  reuniões,  durante ou  após a manifestação  de espíritos muito rebeldes,  que descarregam a energia: uma prece repõe as coisas em seu lugar, infunde novas energias à “bateria” e permite a continuação dos trabalhos.  Como  vemos,  mediunidade ou  comunicação  de Espíritos não  é fenômeno religioso,  mas puramente física,  eletromagnético,  obedecendo  a todas as leis da eletrônica. Quem compreender isso, perceberá que “ser bom”, “fazer o bem”, “perdoar e amar” não são virtudes religiosas, mas forças científicas que permitem à criatura uma elevação de vibrações e uma ascensão a planos superiores. Quem é inteligente, é bom  por princípio científico. Por isso, há tanta gente boa sem ser religiosa, e até dizendo‐se “ateia”.  E tantos que professam religião  e que,  não tendo compreendido  o fenômeno,  permanecem na ignorância do mal.


Retirado do livro: Técnicas de Mediunidade I  de C. Torres Pastorino

domingo, 12 de outubro de 2014

Amor Verdadeiro


 “O amor não morre, o verdadeiro amor é imortal. O que termina são as atrações físicas que a imperfeição do homem chama de amor. O sentimento verdadeiro é laço fluídico que ninguém vê, mas se percebe, porque a criatura amada resplandece em lembranças em nossos corações. O amor é a estrela que jamais fica ofuscada pela escuridão da dor ou da injustiça. O amor é uma floresta que se renova a cada minuto, e que agradece sem cessar a Deus, por ter-lhe dado vida. O amor é muito mais que corpos se entrelaçando, são olhos que se fitam num grito de esperança de que jamais deixarão de enxergar um ao outro, mesmo estando separados.   O amor é o perdão em ação. Quem ama, ama verdadeiramente, nada exige da pessoa amada, mas tudo faz pela sua felicidade. O amor pode nos parecer uma gota de orvalho, mas quando o coração é uma flor, ele se sente alimentado. Aquele que não conheceu o verdadeiro amor é uma rocha que jamais foi lapidada. O amor é fruto criado por Deus e amadurecido por duas criaturas que se propusera a viver juntas eternamente. De um ser que jamais amou pode-se dizer que nada conhece da vida.  O amor entre duas pessoas são duas folhas de porta se abrindo mansamente para que outros passem por elas, mas no dia em que se reencontram novamente – porque as portas têm de se fechar – elas gritam de felicidade ao bom Deus que as criou”.
( Luiz Sério – Psicografado por Irene Pacheco Machado-  Livro: Driblando a Dor)